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sexta-feira, 7 de julho de 2017


Nicolas de Souza Barros lança o CD “Chora, Violão!” no Rio, dia 15 de julho, sábado, e em Niterói, dia 16, domingo

Terceiro disco do violonista reúne choros, polcas, tangos, valsas e obras de emoção, escritas por Francisco Mignone, Ernesto Nazareth, Henrique Alves de Mesquita e Eduardo Souto, originalmente escritas para piano, agora com arranjos próprios para violão de 8 cordas

Exibindo CAPA_Chora_violao.jpg
Foi em 2016, a partir de um arranjo para a Valsa de Esquina No.1 de Francisco Mignone (1897-1986), uma das obras mais inspiradas da música brasileira e composta originalmente para piano, que o violonista Nicolas de Souza Barros concebeu o CD “Chora, Violão!”. A adaptação da obra de Mignone para o violão o instigou a elaborar um disco seguindo o mesmo propósito, lançando luz ao instrumento a partir de arranjos próprios para obras originalmente escritas para piano. O disco será lançado no sábado, dia 15 de julho, no Centro Cultural Justiça Federal, e no domingo, 16 de julho, no Solar dos Jambeiros, em Niterói.
Entre os repertórios pesquisados, não poderiam faltar outras valsas. Essa forma musical que chegou no país em 1816, e nas suas metamorfoses em terras brasileiras a valsa lenta e “chorada", passaria a ser um integrante essencial da identidade musical do nosso país. A valsa foi também uma das formas principais de Ernesto Nazareth (1863-1934), exímio compositor-pianista que chegou a escrever nada menos que 42 delas, geralmente fazendo referências nos seus títulos às personagens e universos femininos que conhecia. Nestas obras, não é raro ouvirmos reverberações românticas e traços melódicos que evocam as criações do compositor polonês Frederic Chopin (1810-1849), uma das principais influências do brasileiro. As sonoridades da música popular brasileira estão igualmente presentes, bem como elementos da música de salão européia. No CD, foram escolhidas as valsas Eponina e Cardosina.  A partir de uma busca por todas as suas obras não trabalhadas no primeiro CD de Nicolas de Souza Barros (Ernesto Nazareth por Nicolas de Souza Barros: violão de oito cordas), o músico realizou, em 2016, novos arranjos de vinte obras, das quais seis, além das duas valsas escolhidas, integram o CD “Chora, Violão!”: os tangos brasileiros (choros) Guerreiro e Cruzeiro; duas obras de caráter mais latino, o tango-habanera Plangente e o tango argentino Nove de Julho; a meditação Mágoas e finalmente o tango de salão O Alvorecer.
Por sua vez, o jovem Francisco Mignone manteve grande contato com a música popular, tocando piano nos cinemas e bailes e flauta nas serenatas. Tendo grande facilidade para o improviso, compunha obras mais populares sob o pseudônimo de Chico Bororó. O CD fecha com a genial Valsa-Choro No. 3, que é também a única obra do disco escrita originalmente para violão (de 6 cordas). Nesta re-elaboração para o instrumento de 8 cordas, a peça foi transposta do tom original de Ré menor para Si menor. 
A partir também da pesquisa sobre as obras para piano de Henrique Alves de Mesquita (1830-1906), um dos mais importantes compositores da geração anterior a Nazareth, e cujo estilo composicional prenuncia variadas características nazarethianas, o violonista selecionou quatro de suas polcas-cateretês (Quebra-Quebra minha genteA surpresa, A baiana e Mayá), além de Batuque, considerada uma das obras emblemáticas do século XIX, em função da sua criatividade e beleza melódica.
Finalmente, o tango de salão O despertar da montanha, uma das obras mais conhecidas de Eduardo Souto (1882-1842), apresentada ao violonista por José Miranda Pereira, colegas na época de fundação da Associação de Violão do Rio (AV-Rio; instituída em 2001), do qual foi o primeiro presidente.


NÍCOLAS DE SOUZA BARROS 

Doutor em Música (UNIRIO – 2008), Nicolas de Souza Barros é um dos mais conceituados especialistas do país em instrumentos eruditos de cordas dedilhadas, como o violão de oito cordas, alaúdes variados e a guitarra barroca. É Professor Associado de Violão Clássico e matérias conexas da UNIRIO, onde mais de uma dezena de seus orientandos tornaram-se posteriormente professores de instituições federais e estaduais de terceiro grau. Já se apresentou em dez países europeus e americanos, assim como nos principais centros brasileiros.  Em 2017, assume a Coordenação do Mestrado Profissional em Música da UNIRIO (PROEMUS), o único do país voltado à  elaboração de produtos ligados ao ensino das práticas musicais, tais como métodos, sites, apps, CDs e outros.
Em 2014 e 2015, lançou os CDs Ernesto Nazareth por Nicolas de Souza Barros – violão de oito cordas Ravel e Debussy - Imagens, ambos com arranjos próprios para este instrumento.  Participou duas vezes noCircuito Nacional SESC Sonora Brasil, participando da primeira turnê da série em 1997 com o conhecido conjunto de música antiga Quadro Cervantes (2 CDs); em 2009, participou do ano destinado ao Violão Brasileiro, realizando 87 concertos (violão solo) em 23 estados brasileiros.  
Já trabalhou como músico convidado e arranjador em várias minisséries da TV GLOBO. Desde 2001, é o Diretor Artístico da Associação de Violão do Rio (AV-Rio), ajudando a organizar centenas de eventos e três CDs coletivos. É comumente chamado para tocar com orquestras nacionais e lecionar em festivais de música no Brasil e no estrangeiro. 
Já apresentou-se com a Orquestra Petrobrás, a Baltimore Symphony Orquestra (EUA), a Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica Nacional (Niterói), a Academia Antiqua (uma das primeiras orquestras barrocas brasileiras), assim como a Orquestra da UNIRIO em várias ocasiões. Realizou estreias nacionais e mundiais de concertos para violão e orquestra de Francisco Mignone, Ronaldo Miranda (Concerto para Quarteto de Violões e Orquestra), J. Orlando Alves, Mario Castelnuovo-Tedesco e Luiz Otávio Braga, também estreando obras para violão solo de Edino Krieger, Pauxy Gentil-Nunes, Ricardo Tacuchian, H. Dawid Korenchendler, Luiz Otávio Braga, Marcelo Rauta e Marco Pereira, entre outros.


SERVIÇO:

Lançamento do CD “Chora, Violão!”, de Nicolas de Souza Barros

15.07.2017 (sábado) - Centro Cultural Justiça Federal - Série “Violões da AV-Rio”
Horário: 17h
Endereço: Avenida Rio Branco 241. Centro, Rio de Janeiro. Sala das Sessões.
Ingressos: R$ 10,00 (Meia: R$ 5,00)
Obras de Villa-Lobos, Mignone, Nazareth,
Henrique A. de Mesquita, Albeniz e Debussy. Com o Duo de Violões Maria Haro / Vera de Andrade.
Informações:

16.07.2017 (domingo) - Solar dos Jambeiros
Horário: 17h
Endereço:R. Pres. Domiciano, 195 - Ingá, Niterói (RJ).
Informações: (21) 2109-2222
Entrada franca.
As senhas começam a ser distribuídas às 16h30, e o salão é sujeito à lotação (60 lugares).
Obras de Villa-Lobos, Mignone, Nazareth, Henrique A. de Mesquita, Albeniz e Debussy. Duração: 60 minutos.


PROGRAMA: 

Francisco Mignone (1897-1986)  - Valsa de Esquina 1 *
Ernesto Nazareth (1863-1934)  - Eponina

Claude Debussy (1862-1918) - Clair de Lune *

H. A. de Mesquita (1830-1909) - Batuque *
                 - A baiana (polca-cateretê) *

Ernesto Nazareth  - O alvorecer*
Eduardo Souto - O Despertar da Montanha*

Ernesto Nazareth - Guerreiro (tango brasileiro*
- Plangente (tango-habanera)*
  - Fon-Fon (tango brasileiro) *

Isaac Albeniz (1860-1909)  - Asturias (Cantos de España Op. 232) *


Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
 
 
Joyce Cândido faz tributo a Elis Regina na sexta, dia 07, no Beco das Garrafas

Exibindo Joyce candido - cred. Roberto Pontes - MENOR.jpg35 anos de saudades: show em homenagem à grande intérprete da música brasileira vai reunir clássicos como Velha Roupa Colorida , Como Nossos Pais, Águas de Março, Ladeira da Preguiça , dentre outras

No próximo dia 07 de julho, sexta-feira, às 22h, a cantora Joyce Cândido fará um tributo especial a uma das maiores lendas da música brasileira. O show será em memória aos 35 anos da saída de cena de Elis Regina, também em local bastante peculiar: no Beco das Garrafas (Bottles Bar), onde a cantora iniciou sua carreira no Rio de Janeiro, consagrando-se, em seguida. Com roteiro de Renato Forin Jr e acompanhada por Fernando Merlino (piano) Rodrigo Serra (bateria) e Jefferson Lescowich (baixo), Joyce Candido vai apresentar um expressivo apanhado da carreira de Elis, reunindo canções como Pois É (Tom Jobim/Chico Buarque), Nada Será como Antes (Milton Nascimento/Ronaldo Bastos), Construção (Chico Buarque), O Morro Não Tem Vez (Tom Jobim/Vinicius de Moraes) e ainda Águas de Março (Tom Jobim), Ladeira da Preguiça (Gilberto Gil), Velha Roupa Colorida e Como Nossos Pais, ambas de Belchior, dentre outras.

Com vasta experiência na música brasileira, inclusive representando o país em apresentações internacionais, Joyce Cândido formou-se em música pela Universidade Estadual de Londrina e passou dois anos em Nova Iorque, na Broadway Dance Center, Alvim Ailey e Steps on Broadway. Por lá, ganhou o prêmio de "Melhor cantora brasileira nos Estados Unidos", do Brazilian International Press Awards, junto com Marcos Valle.
De volta ao Brasil, em 2011 no Rio de Janeiro, Joyce foi convidada pela Biscoito Fino para gravar seu álbum, depois de ser indicada por Chico Buarque. Então, surge seu segundo CD “Bom e Velho Samba Novo” produzido por Alceu Maia, músico e produtor de vários artistas tais como Diogo Nogueira e Beth Carvalho. “Joyce não é apenas uma cantora de samba. Ela tem conhecimento musical. Faz anos que não vejo uma cantora como ela” diz Alceu. Em 2013, o projeto ganhou a versão ao vivo, CD e DVD, lançado pela Warner Music, com participações de João Bosco, Elza Soares, Carlinhos de Jesus e Toninho Geraes.
Tem sido convidada para diversos eventos europeus, como Womex, Midem, e o Centenário do Samba em Portugal. Em 2016, fez  17 shows em diversos países incluindo, Espanha, Hungria, República Tcheca, Holanda, Portugal, França, Alemanha e Inglaterra.
Aos 33, a carreira da cantora paulista é vasta e diversa. Vivendo no Rio, Joyce conquistou cada vez mais fãs como Bibi Ferreira, a maior artista do teatro brasileiro, que a dirigiu. “ É um prazer trabalhar com quem sabe o que faz, ela é profissional e comprometida. Uma grande cantora, uma linda pessoa e veio para ficar.” celebrou Bibi. A cantora já foi convidada especial de Bibi, de Toquinho e de Milton Nascimento, além de ter sido convidada também a participar do DVD Sambabook de Jorge Aragão. Vem se destacando como uma das vozes mais promissoras da música brasileira.

SERVIÇO:
07/07 – sexta – Joyce Cândido faz tributo a Elisa Regina no Beco das Garrafas
Local: Bottles Bar
Horário: 22h
Ingressos: 40 reais
Endereço:  R. Duvivier, 37 - J, K, L – Copacabana
Telefone: (21) 2543-2962
Classificação: Livre
REPERTÓRIO

Pois É (incidental/ à capella)
(Tom Jobim/Chico Buarque)
Como Nossos Pais
(Belchior)
Velha Roupa Colorida
(Belchior)
Nada Será como Antes
(Milton Nascimento/Ronaldo Bastos)
Arrastão
(Edu Lobo/Vinicius de Moraes)
Ladeira da Preguiça
(Gilberto Gil)
Meio de Campo
(Gilberto Gil)
O Morro Não Tem Vez (incidental)
(Tom Jobim/Vinicius de Moraes)
Saudosa Maloca
(Adoniran Barbosa)
Rancho da Goiabada
(João Bosco/Aldir Blanc)
Construção (incidental)
(Chico Buarque)
Deus Lhe Pague
(Chico Buarque)
O Morro Não Tem Vez (incidental)
(Tom Jobim/Vinicius de Moraes)
O Mestre-Sala dos Mares
(João Bosco/Aldir Blanc)
Influência do Jazz
(Carlos Lyra)
Águas de Março
(Tom Jobim)
Tatuagem
(Chico Buarque)
Soneto de Separação
(Vinicius de Moraes)
Atrás da Porta
(Chico Buarque)
É Com Esse que Eu Vou
(Pedro Caetano)
Menino das laranjas
(Théo de Barros)
Vou Deitar e Rolar
(Baden Powell/Paulo César Pinheiro)
Bala com Bala
(João Bosco)
Sonho de Maria (incidental)
(Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle)
Maria Maria
(Milton Nascimento)
Maria Maria
(Milton Nascimento)
Romaria
(Renato Teixeira)
O Bêbado e A Equilibrista
(João Bosco/Aldir Blanc)
Travessia (incidental)
(Milton Nascimento)

BIS
Madalena
(Ivan Lins/Ronaldo Monteiro de Souza)


Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

 
 

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