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domingo, 13 de novembro de 2011

Durante - Requiem/Magnificat

domingo, 13 de novembro de 2011




    D                                    Durante                                                         



















 ou










   Alô alô Marciano... Como diria Elis. Bem, alô alô pessoal da Terra, devemos dizer. Ainda estamos vivos. Vivos e sem Internet! Será isso realmente possível? 

Bem, deixemos de brincadeiras e vamos a enfadonha realidade: Ainda estamos padecendo no paraíso. É isso mesmo amigos, o recurso do satélite, segundo presentante da Embratel aqui na região, só estará disponível em 2012. Enquanto isso, porém, instalaremos, ainda esta semana, uma pequena torre de uns quinze metros, na tentativa de reconectarmo-nos, via rádio, com um município distante dez quilômetros aqui do paraíso, já que a conexão via 3g "turbinada" foi um verdadeiro fracasso, e só o que conseguimos foi destruir uns tres modens e um bocado de cabo coaxial. Tenhamos esperanças pois, afinal, quem sabe, talvez na próxima semana estejamos novamente conectados com o mundo e especialmente com voce, caro Confrade leitor do querido piano classico.
  Por enquanto estamos, pelo menos, dando sinais de vida. E dando sinais de vida falando da Morte. Extranho não? Não, nem tanto. Bem, é assim mesmo nosso esdrúxulo piano classico não é? Sempre se pronunciando através daquelas tortuosas linhas indiretas. Sempre trafegando pelas pequenas vielas secundárias. Sempre desdenhando das vias ditas principais. Sempre horrorizado com as luzes deslumbrantes da cidade. Sempre em busca daquele cantinho especial que teima em esconder-se em meio a cursos sangüíneos ocultos e perigosos em cada um de nós... 



"...Quanto a tí, MORTE, e tu, amargo abraço de mortalidade, é inútil tentarem me alamar. 
E quato a tí, CADÁVER, eu te considero bom adubo, e isso não me choca, 
Pois sinto a fragância doce das rosas brancas crescendo: 
Eu toco seus lábios e pétalas e acaricio os seios polidos dos melões. 
E quanto a ti, VIDA, eu acho que és o remanescente de muitas mortes (sem dúvida eu mesmo já morí dez mil vezes antes).
Eu vos ouço sussurrar, Oh, estrelas dos céus,
Oh, sóis, Oh, grama das sepulturas,
Oh, perpétuas transmutações e promoções.
Se vós não dizeis nada, como posso eu dizer alguma coisa?
Eu me elevo da lua, eu me elevo da noite.

Eu me lego ao pó para nascer da grama que eu amo.
Se me quiseres, procura-me debaixo da sola das tuas botas.
Tu mal saberás quem sou, ou o que significo;
Contudo, eu te farei bem,
E filtrarei e darei fibra ao teu sangue.
Se, a princípio, nos desencontarmos, não desanimes.
Se não me achares aqui, procura-me ali;
Em algum lugar estarei esperando por ti."



Whitman






***





1.INTROITUS, Requiem 
2.KIRIE 
3.GRADUALE, Requiem 
4.Tractus, Absolve Domine 
5.Dies irae 
6.Tuba mirum 
7.Mors stupebit 
8.Quid sum miser 
9.Recordare 
10.Quaerens me 
11.Ingemisco 
12.Preces meae 
13.Lacrimosa 
14.Domine Jesu 
15.Hostias 
16.SANCTUS 
17.BENEDICTUS 
18.AGNUS DEI 
19.COMMUNIO, Lux aeterna 
20.Libera me, Domine 
21.Dies illa 
22.Requiem aeternam 
23.Oliveira - Magnificat





***












                                                                                                                                                                                    Gold Series       

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