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domingo, 2 de agosto de 2009

Domingo, 02 de Agosto de 2009

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EDITORIAL de DOMINGO




---Muito bom dia amigo leitor, finalmente mais um Domingo, este dia especial que marca o final daquilo que ficou velho e recomeço, no que é novo, o final dum ciclo e recomeço de outro, como diria M. Elíade. Por isso mesmo um dia atípico excepcional para ouvir-se uma boa música, ler-se um bom artigo... Não sem antes por as chinelas, ou tira-las conforme o caso, e dar umas voltinhas no campo se moras no interior, ou numa pracinha qualquer ou na própria calçada de sua casa ou simplesmente na área de laser de seu condomínio, se moras na cidade. Qualquer lugar onde haja ao menos uma arvorezinha, um arbusto que seja, alguma erva sobre o solo, qualquer graminha, qualquer coisinha verde a qual possamos sentir ao contato com os pés e mãos. Eis o segredo da longevidade e da boa saúde...
---Bom, caro Leitor, se enfim estiveres impedido por qualquer motivo, de fazer essas coisinhas sugeridas acima, a fim de começares bem a semana, clica aqui ou na figura abaixo e, aproveitando-te da tecnologia, leva a Natureza para dentro de tua casa. É, essa forma de enganar nosso próprio corpo funciona mesmo. Este simpático programa trará a Natureza com seus sons prodigiosos para as caixinhas de som do PC, aí é só aumentar o volume e... Natureza em domicílio! Nem é preciso muita imaginação para sentir-se imediatamente, ao lado duma bela cachoeira, às margens dum tranqüilo riachinho num verde e florido campo, e aí sim, a semana começará muito mais alegre e saudável. Duvida? Então experimente, depois voce me diz...
---Nessa semana que passou fizemos postagens interessantíssimas e de muito bom gosto, como é praxe aqui no Piano Clássico. Nove títulos excelentes, entre eles umas Cantatas com Harry van der Kamp, Obra não muito comum e um tanto difícil de ser encontrada na Internet. Além do disco Music for an Awful Lot of Winds & Percussion, do bizarro Peter Schickele, o famoso P.D.Q. Bach, que se afirma o décimo primeiro filho de J.S.Bach. Ôxente, e não era o nosso querido P.Q.P. Bach o tal vigésimo primeiro? Bem, que se entendam por lá esses dois manos serôdios. E nada de brigas hein?
Em seguida veio o excelente Ketelbey: In a Persian Market entre outras. Peças que muito me emocionam sempre que as ouço, pois me remetem à longínqua infância. Tivemos ainda o Arabian Traditional Takhat Ensemble, seguido de Oriental Strings: The Art of Arabian Oud Solos. Em seguida os CD’s Kara Monadica e Desert Poems, este último de Stephan Micus. Foi, portanto, “a semana das arábias” aqui no Piano Clássico. Finalizamos a semana com o formidável One Thousand Years. Obra que evoca aquilo que nos referimos no início deste editorial, os sons da natureza, só que noutra visão, vale conferir.
---Bem amigos, como dizia, qualquer contato com as coisas da natureza é mais que benéfico para nossa saúde, física, mental e acima de tudo, espiritual. Nesta hora que vos escrevo, madrugadinha, há algum tempo espero ansioso os primeiros sinais do crepúsculo da manhã para finalmente abrir a janela, o que acabei de fazer, deixando entrar uma brisa muito fria que insiste em arrepiar cada centímetro da pele, enquanto eu, insisto em recebe-la nu da cintura pra cima, naturalmente. Os primeiros raios do Sol já estão a chegar e logo dissiparão essa sensação forte de frio intenso, mas muito benéfico ao corpo. Um ressoar enérgico do cantar dos passarins já invade a velha e centenária choupana, como a desejar-lhe um bom dia, e esta, responde com seus rangeres misteriosos, como um velho rabugento farto de anos. Galinhas já cocoricam faz tempo em seus poleiros. E acaba de passar por aqui, satisfeita, uma vaquinha magra, balançando alegre seu enorme chocalho, de perto seguida por seu bezerrinho. - Bom dia pra senhora também dona vaquinha. Embora seja Deusa noutras plagas, aqui és tão somente plebéia. Não respondeu... Bom, é provável que, conheçendo sua natureza divina, evite naturalmente, o contato com simples e incultos mortais.
Há anos troquei a cidade pelo eremitério, nunca me arrependi, essas coisinhas aparentemente insignificantes são a verdadeira terapêutica para todos os males do corpo e do espírito (juntamente com um pouco do Elixir do Frei Romano e uma boa dose diária de cachaça, é claro) Desde que sintamos prazer renovado a cada dia, com esse contato direto com a própria Divindade: Gaya, a Natureza, ou como quer que se possa chama-la.
---Iniciando a semana, que será dedicada à Índia, ofereço-vos este maravilhoso disco de Havi Shankar que tem produção de George Harrisson. Essas músicas, Mantras, envolvem-nos de imediato, transportando-nos para outros níveis vibracionais, ao mesmo tempo em que invocam a presença dos seres Superiores a seu lado, para sua proteção e amparo. Faça já o download e desfrute desta bela oportunidade.
---Finalmente, amigo leitor, desejo tudo de bom que possa almejar para essa semana que se inicia, muita saúde, paz e principalmente tranqüilidade e equilíbrio espirituais, que enfim, são a base para a consecução de tudo aquilo que nos dá felicidade.
Um forte abraço.
Fique com Deus!







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