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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Italian Airs and Dances of the Early Baroque


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Italian Airs and Dances of the Early Baroque










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  1. Gasparo Zannetti - La Mantovana
2. Anon., c.1645 - Spagnoletta
3. Orazio Vecchi - So ben mi chi ha bon tempo
4. Carlo Calvi - La Bertazzina
5. Anon., c.1619 - Pavaniglia
6. Gasparo Zannetti - Aria del Gran Duca
7. Gasparo Zannetti - Fuggi, fuggi, fuggi
8. Adriano Banchieri - Sonata sopra l'aria Musicale del Gran Duca
9. Cypriano de Rore - Anchor che col partire
10. Santino Garsi - La Lisfeltina
11. Anon., c.1614 - Va pur superba va
12. Carlo Farina - Pavana
13. Giovanni Stefani - Pargoletta che non sai
14. Cesare Negri - La Nizzarda






ODE A CASSANDRA




Vem, amor, vem ver se a rosa
Que ontem, fresca e perfumosa
Se abriu ao sol estival,
Não perdeu o viço ainda
E conserva, rubra e linda,
Cor à de teu rosto igual.

Oh, amor! Vê quão depressa.
Fenecendo, a rosa cessa
De ser bela e ser louça!
Como é madrasta a Natura,
Pois que tal flor jamais dura
Do entardecer à manhã!

Meu conselho é, pois,amor,
Que, enquanto na vida em flor,
Encantos possam sobrar-te:
Colhe, colhe a mocidade,
Pois como à rosa a idade
Da beleza há de privar-te.

Pierre de Ronsard; Poeta da Côrte de Carlos IX
Trad. de R. Magalhães Jr.





BALADA DOS ENFORCADOS

Irmãos humanos que depois de nós viveis.
Não tenhais duro contra nós o coração.
Porquanto se de nós, pobres, vos condoeis.
Deus vos concederá mais cedo o seu perdão.
Aqui nos vedes pendurados, cinco, seis:
Quanto à carne, por nós demais alimentada.
Temo-la há muito apodrecida e devorada,
E nós, os ossos, cinza e pó vamos virar.
De nossa desventura ninguém dê risada:
Rogai a Deus que a todos queira nos salvar!

Chamamo-vos irmãos : disso não desdenheis.
Apesar de a justiça a nossa execução
Ter ordenado. Vós, contudo, conheceis
Que nem todos possuem juízo firme e são.
Exculpai-nos – que mortos, mortos, nos sabeis -
Com o filho de Maria, a nunca profanada;
A sua graça, para nós, não finde em nada,
No inferno não nos venha o raio despenhar.
Ninguém nos atormente, a vida já acabada.
Rogai a Deus que a todos queira nos salvar!

A chuva nos lavou, limpou-nos, percebeis;
O sol nos ressequiu até à negridão;
Pegas, corvos cavaram nossos olhos – eis! -,
Tiraram-nos a barba, a bico e repuxão.
Em tempo algum tranqüilos nos contempiareis:
Para cá, para lá, o vento de virada
A seu talante leva-nos , sem dar pousada;
Mais que a dedal, picam-nos pássaros no ar.
Não queirais pertencer a esta nossa enfiada.
Rogai a Deus que a todos queira nos salvar!

Príncipe bom Jesus, de universal mandar,
Guardai-nos, ou o infemo nos arrecada:
Lá nada temos a fazer, nada a pagar.
Homens, aqui a zombaria é inadequada:
Rogai a Deus que a todos queira nos salvar!

François Villon. (1431 -1474) Ladrão, boêmio e ébrio, precursor dos poetas malditos
Trad. Péricles Eugênio da Silva Ramos



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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Balde Cheio

                                                         “BALDE – CHEIO”

[  Na obra de Platão intitulada  “Banquete”, em um diálogo entre  Diotima e Sócrates, surge uma frase que embasa o tema deste artigo; ei-la:  “Quem não se considera incompleto e insuficiente, não deseja aquilo cuja falta não pode notar”. Uma aplicação prática deste pensamento é:  Quem acha que domina determinado assunto, não buscará conhecimentos dessa área.  ]

     Nas “rodas de conversas” de empregadores, muito frequentemente o tema gira em torno de um vício comportamental que é conhecido, com muita propriedade, como “balde-cheio”; como o próprio termo sugere, algo que está cheio não comportará mais nada, mesmo que esse algo seja a mente humana; ora, como é possível fazer esta comparação simplista se é comprovado cientificamente que o intelecto dos seres humanos têm infinitas possibilidades de armazenamento de informações? Para responder este questionamento, início pedindo ao leitor, atenção ao termo que usei acima, que foi “ vício comportamental” pois, embora sua mente tenha infinita capacidade de absorção de informações, o indivíduo que tem essa “doença espiritual”, age na contra-mão  da ciência, e apresenta três características básicas ,que são encontradas na grande maioria dos indivíduos que integram o conjunto dos “baldes-cheios”; são elas:
                                     1ª.   O indivíduo se comporta como se os poucos conhecimentos que possui, sejam todos os conhecimentos existentes no mundo.
                                      2ª.  Pensa (insanamente) que já sabe tudo de tudo.
                                e    3ª.  Acha que só ele sabe.
     O assunto assusta aos empregadores porque, ao contrário do que se esperava, essa categoria vem com uma trajetória diretamente proporcional ao aumento populacional, o que não era esperado considerando-se o avanço tecnológico que vivenciamos, notadamente no campo da comunicação.
     Um “balde-cheio” é uma catástrofe dentro de uma empresa. O período de experiência é muito útil nesses casos pois, tão logo o patrão identifique tal comportamento, dispensa-o.
     O candidato a uma vaga de trabalho, basta ter o volume mínimo do balde, quando muito o volume médio, pois assim a ascensão profissional desse indivíduo é  dada como muito provável pelo motivo de que, tendo a mente receptiva a ensinamentos, facilmente absorverá os ensinamentos; experiências; particularidades e minúcias relativos ao projeto produtivo que está inserido. Outro sintoma muito presente em um “balde-cheio”, é a incapacidade de se ajustar em uma equipe de trabalho. Para os indivíduos que têm baixa ou nenhuma escolaridade é fácil entender esse desajuste, senão vejamos: Nos primeiros períodos do ensino formal e continuando por toda vida escolar, os professores formam pequenos grupos para realizarem tarefas simples, como por exemplo: fazer um cartaz sobre o “Dia do Ìndio”; já fica estabelecido quem vai trazer a cartolina; a cola; os recortes de revistas e os lápis coloridos. O trabalho é feito e, por mais desajeitado que saia, todo o grupo recebe nota máxima. Ocorre que, naquela ocasião os alunos não estavam (sem saber), estudando História de Brasil; Antropologia; Sociologia; ocupação geográfica ou outro assunto relativo à presença indígena no País; o grupo estava aprendendo algo muito mais importante, uma vez que é base e indispensável para o sucesso profissional que é: trabalhar em equipe.
     Quem não teve oportunidade de passar por essa experiência, fica difícil se enquadrar nesse importante comportamento.
     Já para os “baldes-cheios” que têm boa escolaridade, só resta a dedução de que : ou faltaram as aulas em que haveria trabalho em grupo, ou é a prepotência e a arrogância que imperam em suas mentes. Se por ventura você, meu leitor, tiver outra hipótese da causa dessa doença, ficarei muito agradecido se me passar esse ensinamento.
                                                                                             Cid Lôbo   (Abril de 2017).  

Sem medalha e sem hóstia

(O ARTICULISTA EMBRIAGA-SE E TEM UM SURTO DE ALZHEIMER)

                                 Sem medalha e sem hóstia

        O ano era 1957; eu tinha seis anos e já lia e escrevia; ensinamentos que recebera de minha mãe que era competente educadora. Porém, estava na hora de ingressar em uma escola formal, com horário certo, currículo oficial; atividades em grupo e outros benefícios que se tem em uma escola. Assim fui matriculado no Colégio Cristo Rei.  Instituição de ensino dirigida por religiosos que funcionava ao lado da Igreja de mesmo nome, situada na rua Nogueira Acioli,  em Fortaleza.
     E eu era um feliz estudante da alfabetização, senão vejamos: fiz logo amizade com outros traquinos que, em um só recreio, experimentavam todos os brinquedos do parque; a  maioria das matérias apresentadas na lousa pelas professoras, eu já sabia; a turma era mista e pouco numerosa, algo em torno de vinte alunos; mas, mesmo assim, era necessário três professoras em cada classe para manter aquela garotada entretida. E tem mais motivos para minha felicidade: meu pai me levava para o “ Cristo Rei” à bordo de um Mercury V8 hidramático quatro portas, no estilo saia-e-blusa, pois era verde-musgo das janelas para baixo e capota bege.  Na lancheira à tira colo sempre tinha um suco e deliciosos pasteis feitos em casa.  Morávamos na Tibúrcio Cavalcante com São Francisco (hoje, Leite Albuquerque). Minha mãe ensinava em uma escola do estado que funcionava a 3 quadras de casa; meu pai era servidor da Receita Federal.
     Chega o mês de maio e a minha turma recebeu dentro da sala de aulas, um altar improvisado, com uma imagem de Maria mãe de Jesus, para homenagens durante todo o mês. No início da aula, as professoras chamavam um aluno que recebia uma medalha dourada com um laço de fita azul e branco, que era afixada em sua farda e que ele ou ela, a empunharia com todo zelo até a manhã seguinte; quando a medalha passaria para o peito de outro aluno. E assim a programação seguiu mês a dentro, e a meninada levando muito a sério aquela primeira experiência religiosa.
Em certa manhã, ao retirar a medalha da farda de um coleguinha, as professoras não chamaram nenhum outro aluno e iniciaram o desmonte do pequeno altar que ficava em um canto da sala. Nesse momento eu me aproximei da professora principal e informei que eu não havia levado a medalha para casa e queria fazê-lo. A professora consultou as outras mas nenhuma concordou. Houve uma que afirmou: “ ele está brincando, veja como ele está rindo”. (onde se lê “brincando” entenda-se “mentindo” pois este era o real sentido da palavra pronunciada pela professora.
   Que deduções tira uma criança de um fato dessa natureza?
                                  - Que adultos são falhos ?
                                  - Que adultos mentem e por isso atribuem falsidades a outrem ? 
                                  - Que verdades e sorrisos são incompatíveis ?
                         - Que aquelas que agiam como representantes  da bondade Divina, na verdade encarnavam a maldade. Pois eu sabia que falava a verdade e as professoras não.
  Hoje em dia comparo aquela cena a um tribunal da Inquisição, onde eu, inocente cristão e defendendo o direito de sê-lo, e as professoras as carrascas que me condenavam e me lançavam as chamas da insensatez.
   Mais de quarenta anos transcorridos do episódio, eu entendi  o que houve com as professoras; entretanto é assunto que não cabe aqui, Por outro lado, atualmente, todos os dias sou condecorado por Deus, através de pensamentos e atitudes Altruístas; éticas e respeitosas aos seres humanos e ao meio ambiente.
  Minha permanência no “Cristo Rei” foi de dois anos, e durante esse período fui, por duas vezes, retirado da fila da comunhão. Lembro que uma das vezes  eu já estava bem perto do Padre e estava confiante que ia receber a Hóstia Consagrada, quando uma das pessoas que auxiliam na celebração, delicadamente me pegam pela mão e frustram meu intento. É que em certo dia da semana, após o término da aula, havia missa bastante frequentada, e do pátio onde  as crianças aguardavam quem os viesse buscar, tinha acesso livre à igreja. Talvez para compensar o fato de que as professoras não colocaram a medalha no meu peito, resolvera eu, receber a comunhão por conta própria. Não logrei êxito; Dei com os burros n’água . Esse episódio nem de longe me deu ódio; pois tinha consciência que estava errado uma vez que não havia passado pela preparação que antecede a primeira Eucaristia, e que as professoras estavam corretas.

                                                          Macau, agosto de 2018
                                                                      Cid Lôbo com retoques de Celeste Meneses.
                                                                          
      

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Rio Cello chega a sua 24º edição

Rio Cello chega a sua 24º edição, com espetáculos gratuitos nos principais espaços culturais da cidade

Maior festival de música do país acontece, no Rio e em Niterói, de 7 a 20 de agosto, com atrações também em Volta Redonda, Cabo Frio e Florianópolis

A partir do dia 7 de agosto, terça-feira, a cidade do Rio de Janeiro voltará a ser sede do Rio International Cello Encounter, que chega a sua 24º edição apostando na multiplicação das linguagens do violoncelo, reinventando usos e formas de sua aplicação para além do repertório de câmara. O festival internacional, que há mais de duas décadas promove concertos de expoentes nacionais e internacionais da música, dança e artes visuais, vai promover, até o dia 20 de agosto, atrações gratuitas em importantes palcos culturais da cidade e também em outras localidades, como Niterói, Volta Redonda, Cabo Frio e Florianópolis. Teatros, centros culturais, igrejas, museus e parques são os palcos preferencias do Rio Cello. Idealizado e capitaneado pelo violoncelista inglês David Chew, desde a sua primeira edição, em 1994, o Rio Cello traz em sua programação, além de concertos, espetáculos de dança, exposições de arte, masterclasses e workshops.  Quase tudo inteiramente gratuito.  ⇒⇒⇒⇒⇒CONTINUE LENDO⇒⇒⇒⇒⇒

quarta-feira, 27 de junho de 2018

ROTA 67 - Carnaubal - CE


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 Ocorreu no último Domingo, dia 24 de Julho de 2018 em Carnaubal-CE, o 2º encontro de Automóveis Antigos, o já conhecido  ROTA 67, evento idealizado e executado, com maestria, pelo colecionador Leandro Bezerril. Contando com apoio  da prefeitura e iniciativa privada, o evento consolidou o nome Rota 67 como o maior encontro de antigomobilistas da Região da Ibiapaba, e um dos maiores de toda Região norte do Estado.










 Encontro festivo que congregou colecionadores e amantes de veículos antigos de Sobral, Tianguá e demais Municípios da Ibiapaba e interior do Ceará, foi repleto de confraternização e divertimento sadio, durante toda sua extensão.











Leandro Bezerril
  Logo após a chegada, concentração e passeata pelas ruas da Cidade, os expositores foram elegantemente saudados pela Banda Municipal de Carnaubal e cumprimentados pelo prefeito Antonio Ademir Barroso Martins que abriu oficialmente as festividades.
 








                




 Ponto alto do encontro foi a apresentação do cantor Gerard Presley, que com sua versatilidade e talento  costumeiros, encantou a todos se apresentando como cover de Raul Seixas além de Elvis Presley, naturalmente! e sob o sol forte que fazia naquela manhã, encantou a multidão com suas interpretações e coreografias, levando o público feminino ao delírio e os mais saudosistas a momentos de grande contentamento. Parecia que o nosso inesquecível Maluco Beleza estava realmente ali, vivo e, ao vivo! E o que falar da performance como Elvis? Bem, aí nem se fala, simplesmente brilhante!


     






























sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Como Incentivar as Crianças a Aprender Tocar Piano?


Aprender a tocar PIANO desde pequeno pode ajudar muito no desenvolvimento das crianças. Estudos comprovam que existem inúmeros benefícios que ajudam a desenvolver mais a coordenação motora, estimula a concentração e contribui para uma vida social mais afetiva. Existem casos no qual foi comprovado que existe uma relação muito forte entre aprender musicas e obter um desempenho melhor nas notas escolares. Tudo indica que é a pratica constante da repetição das notas, acordes e melodias que contribuem para o fortalecimento da memória.
Hoje vamos falar um pouco sobre diferentes formas de como incentivar o seu filho a tocar piano. Todos sabem que é um instrumento musical bem peculiar e aparentemente muito difícil de tocar por que envolve muita dedicação. Mas já dizia o famoso compositor e pianista Beethoven – “O gênio é composto por 2% de talento e de 98% de perseverante aplicação”.
Portanto se o seu filho optar em aprender violão, bateria, teclado, flauta e violino, o que vai fazer a diferença não é exatamente o dom e sim o quanto ele vai estudar e se dedicar. Para extrair sons do piano e tocar lindas musicas não é diferente. Todo esforço e disciplina fazem parte do aprendizado, transformando em experiência.
Talvez você esteja pensando. Então vou empurrar meu filho para uma escola, ele vai fazer aula particular e vou obrigar ele a ler partituras todos os dias. Bem, não é assim que você vai fazer dele um grande pianista. Existem caminhos mais fáceis que podem estimular a assimilar a parte teórica e pratica. Algumas atitudes erradas podem atrapalhar ao invés de ajudar nessa hora. Lembre-se que são crianças, se você quiser introduzir algo na cabeça delas, leve para o lado lúdico. Seja qual for à idade é preciso respeitar elas e deixar descobrir os sons através de brincadeiras que estimulam a vontade de querer descobrir sempre mais.  
- Familiarização faz parte do processo.
Deixar a criança tocar as teclas brancas, pretas fazer dedilhados faz parte desse processo de familiarização. Propor brincadeiras como: colocar alguns adesivos coloridos nas teclas e pintar as notas musicais no pentagrama na mesma cor facilita a leitura e ajuda a fixar as escalas mais simples.
A tecnologia também é um grande aliado. Repare que nos dias de hoje cada vez mais as pessoas tem o conteúdo na palma da mão. Aplicativos desenvolvidos para celular que funcionam em Android e iOS como: Glissando, Perfect Piano, Grand Piano são ótimos para praticar em qualquer lugar.
Ainda existem na internet muitos sites com Jogos Grátis que oferecem uma infinidade de joguinhos legais. Um deles é o jogo “Repita a Melodia”, no qual você ouve as notas no seu computador e depois tenta reproduzir as mesmas. Toda vez que você acerta sua pontuação aumenta e você passa para a próxima fase.
Porém não podemos nos prender apenas no mundo virtual, ele é apenas um complemento para fortalecer mais a prática. Mesmo que você use vídeo aulas do You Tube, Apps do Google Play e Games como auxilio, é muito importante ter o contato físico, posicionar os dedos corretamente usando livros educativos que ensinam o passo a passo.
- Material Didático
Se você nunca ouviu falar no mestre Mario Mascarenhas, prepare-se para ouvir muito o nome dele daqui por diante. Quem já aprendeu a tocar acordeom “Sanfona”, teclado e Piano não pode deixar de usar os livros produzidos por ele. Atualmente no mercado há muito material bom, inclusive até importados. Mas eu vou deixar aqui uma dica valiosa que vai ajudar muito. O livro Duas Mãozinhas no Teclado é ideal para o pequeno aprendiz que quer resultados rápidos.  
Propor cantigas infantis, parabéns para você e canções que já fazem parte do cotidiano também é uma forma de conseguir obter bons resultados. Por que a melodia já está guardada no subconsciente e isso facilita muito nas primeiras semanas. Proponha sempre tocar usando Dó Maior e conforme o passar do tempo avance para os tons menores e bemóis.  
Em algumas bancas você também encontra revistas que falam sobre o assunto com material multimídia e DVD para assistir em casa. São conteúdos bem explicativos que normalmente são feitos por profissionais que atuam na área.
- Incentive, tenha paciência e dê recompensas.
Nós adultos somos uma vitrine para nossos filhos. Eles são como esponjas e absorvem tudo muito rápido no meio em que vive seja em casa, na escola, na igreja e por que não no teatro? Sim, é no teatro que as grandes orquestras se apresentam. Leve ele algumas vezes para assistir apresentações musicais. Quando fizer festinhas familiares o encoraje a tocar para amigos, primos e tios assim ele vai sentir o gostinho dos aplausos.
Em alguns momentos a vontade de desistir pode assombrar, por que conforme a evolução é necessário mais dedicação. Por muitas vezes a preguiça, o desânimo e momentos monótonos de repetição exaustiva fazem o aluno desistir. Nessa hora a palavra de apoio é muito importante, ter paciência para conseguir transpor todos os desafios e alcançar o objetivo.  
Estabeleça rotinas com horários, mas também dê recompensas pelo resultado. Nada de bens materiais supérfluos e sim levar para ir ao cinema ver aquele filme bacana, ir ao parque e fazer coisas legais que dão prazer em família.
Todas as dicas citadas nesse artigo são para crianças de todas as idades, mas tenha em mente que conforme elas vão crescendo a participação de um professor é fundamental. Algumas técnicas podem ser absorvidas apenas com ajuda de quem já é mestre no assunto. Use livros, softwares, fóruns como referencia para ter mais familiaridade do assunto, mas principalmente tenha um bom instrutor isso faz muita diferença. Texto de Jean Cardozo

quinta-feira, 14 de julho de 2016

COLLEGIUM MUSICUM Den Haag

Claudio Ribeiro e Inês d’Avena  trazem, em julho, pela primeira vez no Brasil, a orquestra barroca COLLEGIUM MUSICUM Den Haag

Cravista e flautista brasileiros, co-fundadores , apresentarão orquestra holandesa nos dias 24 e 27 de julho, comemorando seus10 anos de fundação, durante o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora. Nos dias 21, em São Paulo, e 29, em Juiz de Fora, músicos se apresentam com o duo LOTUS
          
  
A orquestra barroca COLLEGIUM MUSICUM Den Haag virá ao Brasilpela primeira vez, neste mês de julho, para participar do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora. Fundado na Holanda em 2006 sob a iniciativa do cravista e maestro brasileiro Claudio Ribeiro, o CMDH éhoje uma das principais orquestras barrocas da ‘nova geração’ na Europa. Ao longo de uma semana, quatro dos seus solistas vão dar cursos de flauta doce, violino barroco, violoncelo barroco, cravo e música de câmara, dentro da série de cursos que compõem o festival.
O CMDH é formado por músicos especializados em instrumentos de época vindos de todo o mundo. A orquestra apresentará dois concertos gratuitos: na abertura do festival, com todos os seus integrantes,  dia 24 de julho, domingo, um programa dedicado ao seu 10º aniversário, com peças do primeiro CD "L'Europe Réunie"; e no dia 27, quarta,  em um concerto de música de câmara com seus solistas. No dia 29, sexta, também com entrada gratuita, será a vez da apresentação do LOTUS, duo formado pelos brasileiros Inês d’Avena (flauta doce) e Claudio Ribeiro (cravo), cofundadores do CMDH (Antes disso, o duo se apresenta em São Paulo, no Espaço Cultural Cachuera!, no dia 21, com ingressos a $30,00).

Os concertos
No dia 24, tendo como tema e programa o primeiro CD lançado em 2006, ano de (VEJA A MATÉRIA COMPLETA, CLIQUE):

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