.
.
.
.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

COLLEGIUM MUSICUM Den Haag

Claudio Ribeiro e Inês d’Avena  trazem, em julho, pela primeira vez no Brasil, a orquestra barroca COLLEGIUM MUSICUM Den Haag

Cravista e flautista brasileiros, co-fundadores , apresentarão orquestra holandesa nos dias 24 e 27 de julho, comemorando seus10 anos de fundação, durante o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora. Nos dias 21, em São Paulo, e 29, em Juiz de Fora, músicos se apresentam com o duo LOTUS
          
  
A orquestra barroca COLLEGIUM MUSICUM Den Haag virá ao Brasilpela primeira vez, neste mês de julho, para participar do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora. Fundado na Holanda em 2006 sob a iniciativa do cravista e maestro brasileiro Claudio Ribeiro, o CMDH éhoje uma das principais orquestras barrocas da ‘nova geração’ na Europa. Ao longo de uma semana, quatro dos seus solistas vão dar cursos de flauta doce, violino barroco, violoncelo barroco, cravo e música de câmara, dentro da série de cursos que compõem o festival.
O CMDH é formado por músicos especializados em instrumentos de época vindos de todo o mundo. A orquestra apresentará dois concertos gratuitos: na abertura do festival, com todos os seus integrantes,  dia 24 de julho, domingo, um programa dedicado ao seu 10º aniversário, com peças do primeiro CD "L'Europe Réunie"; e no dia 27, quarta,  em um concerto de música de câmara com seus solistas. No dia 29, sexta, também com entrada gratuita, será a vez da apresentação do LOTUS, duo formado pelos brasileiros Inês d’Avena (flauta doce) e Claudio Ribeiro (cravo), cofundadores do CMDH (Antes disso, o duo se apresenta em São Paulo, no Espaço Cultural Cachuera!, no dia 21, com ingressos a $30,00).

Os concertos
No dia 24, tendo como tema e programa o primeiro CD lançado em 2006, ano de (VEJA A MATÉRIA COMPLETA, CLIQUE):

terça-feira, 12 de julho de 2016

Sítio Arqueológico na Chapada da Ibiapaba (repost)

 

Sítio Arqueológico na Chapada da Ibiapaba

Pedra Furada de Ubajara


 A  Antropologia clássica

Arte rupestre em Ubajara
 Há 14 mil anos, o Homo Sapiens em busca de novas fontes de alimento, climas mais favoráveis à manutenção da vida e, talvez, levado também pelo espírito  de aventura e descoberta, que justificaria perfeitamente sua classificação como Homo Sapiens,  sai da Ásia, empreendendo épica jornada pré histórica através do que hoje conhecemos como o Estreito de Bering, até chegarem às terras que hoje são o Continente Americano. Pelo menos essa é a teoria consignada pela antropologia clássica, embora,  a meu ver, seja ainda inexplicável como tenham podido, nossos ancestrais,  atravessar aquelas vastas áreas cobertas por camadas espêssas de gelo, sem nenhuma oferta de suprimentos ou, refúgios naturais favoráveis a sobrevivência.
 Esta teoria é, entretanto, aceita como correta e parcialmente apoiada na comprovação da idade de 13.500 anos em ossadas humanas encontradas no Novo México no sítio arqueológico de Clóvis, e, grandemente apoiada nos resultados de pesquisas genéticas que comprovam a orígem asiática da maioria dos povos americanos. A maioria, devemos enfatizar, e não a totalidade.

Uma Pedra Lascada no meio do Caminho


 Pelo menos esta é uma hipótese bem elaborada e relativamente fácil de ser aceita, através de alguns indícios científicos fornecidos pela pesquisa
Arte rupestre em Ubajara
antropológica, sobre a origem do homem na América, entretanto, e sempre há um entretanto, principalmente quando se especula acontecimentos que tiveram lugar  há mais de 10 mil anos, há certas evidências que parecem descortinar outros palcos para o drama humano na sua jornada rumo ao Continente Americano.

Parodiando o poema de Drummond: Havia uma pedra lascada no meio do caminho que deixou a antropologia clássica em estado muito pouco cobfortável, é que modernamente, foram descobertos artefatos arqueológicos na Argentina e Chile que datam de até 33 mil anos e no Brasil de até 60 mil anos, portanto, mais de 40.000 anos anteriores às datações da América do Norte, o que parece antagonizar a clássica teoria que indica o estreito de Bering como porta de entrada inicial. Logicamente, por aquele ângulo, as sociedades mais antigas deveriam ser encontradas no norte do continente e não no sul.   
 As teorias modernas especulam a possibilidade de o homem ter iniciado sua expansão pelo planeta há mais de 130 mil anos, rumo à Ásia, Europa e
Arte rupestre em Ubajara
Clesivaldo
 Américado Sul (pelo Oceano Atlântico). A meu ver, e isso é somente minha modesta opinião como arqueólogo amador, a chegada do homem à América do Sul se deu, principalmente através do Oceano Atlântico, isso explica de forma confortável a existência de inumeráveis indícios (devidamente catalogados pela equipe da dra. Niede Guidon) de atividade humana, datados  de mais de 60 mil anos, no sertão do Estado do Piauí, no sítio arqueológico da Pedra Furada, situado no Parque Nacional da Serra da Capivara daquele Estado.
Os Marinheiros do Sertão

 Parece óbvio que esses ancestrais, consequentemente à chegada ao continente, tenham adentrado e desbravado o território recém descoberto, em busca de alimento (caça) e moradia (grutas e cavernas), a fim
de protegerem-se da chamada mega fauna então existente, constituída de grandes carnívoros como o tigre dente de sabre e o leão americano, dentre outros. Estabeleceram-se, deixando marcas de suas atividades. Pelo menos é o que provam os inúmeros achados no interior de diversos estados brasileiros
Claudio
João Melo
onde se destaca o Piauí, onde está localizado o Museu do Homem Americano, criado e dirigido pela Antropóloga Dra. Niede Guidon.
 Nas minhas andanças pelos sertões dos estados nordestinos, vi muita coisa esdrúxula e interessante tidas como inexplicáveis. No sertão (centro oeste) do Ceará, fronteira com Piauí, por exemplo, há um grupo familiar conhecido como os "Marinheiros" que, se não é nome próprio de família, é como são conhecidos secularmente. Marinheiros? Quis saber, -Marinheiros em pleno sertão? Indaguei, certa feita, a uns mais antigos. - Sim, Marinheiros, há muito chegados nessas terras, aportaram nas costas Paraibanas e se embrenharam pelo Ceará e Piauí, são os que primeiro  habitaram estas  terras.
Responderam uns mais espertos.
 Não, não foram, pelo menos não a ponto de terem sido os primeiros habitantes daquele sítio, na Serra da Capivara que, segundo conclusões da Dra. Guidon, era constituído por Homo
Sapiens arcaicos do tipo australóide-negróide, provenientes do Continente Africano. Os "Marinheiros" que encontrei no Sertão podem ser  mais facilmente incluídos como descendentes de um grupo moderno do  tipo Caucasiano, pois são altos, muito claros e louros. De qualquer forma destoam fisicamente do resto do povo do Sertão e, a meu ver, é motivo para futuras pesquisas.

O Homem Americano no Ceará

 Mas, votemos às origens do homem Americano. No Ceará as datações

Lobão
efetuadas através do carbono 14 em artefatos arqueológicos revelam datas  muito recentes, cerca de 700 anos AP (Antes do Presente) no caso do  sítio arqueológico do Evaristo, em Baturité; 1200 anos AP na Praia de Jericoacoara; 640 anos AP para uma aldeia ceramista Tupi guarani,  no município de Mauriti; Só para citar alguns dos 535 sítios arqueológicos "catalogados" do território cearense, incluindo sítios cerâmicos, sítios arqueológicos do período histórico, oficinas líticas e sítios da arte rupestre pré-histórica. Naturalmente que esse número é bem maior, contando com os não catalogados, e, se incluirmos os ainda desconhecidos, não se pode saber qual será a cifra final.

Arqueologia na Ibiapaba

 Na Chapada da Ibiapaba, entre os Municípios de Ubajara e Ibiapina,

Toinho
encontra-se ainda não catalogado e, portanto, desconhecido pela ciência antropológica e "oficialmente" ignorado pelos órgãos públicos locais, um importante sítio arqueológico, situado entre a cachoeira do Boi Morto e a Pindoba, em pleno Carrasco, que é uma espécie de savana densa e seca localizada geralmente em depressões no topo de chapadas, onde predominam plantas caducifólias lenhosas, arbustivas, muito ramificadas e densamente emaranhadas por trepadeiras.
 É nesse cenário desolado, com clima que lembra mais à Caatinga que à Serra, que  encontramos uma pequena gruta ou furna (termo mais comum no interior cearense), que encerra, sabe-se lá há

quantos séculos, talvez milênios, a nosso ver, um valioso sítio arqueológico, que preserva em seu interior, o que presumimos ser,  uma série de  inscrições rupestres, representações de animais, órgãos humanos, e signos que aparentemente representam contagens numéricas.
 Quando digo "oficialmente ignorada pelos órgão públicos", me refiro ao fato de já ter o arqueólogo amador João Melo, nosso companheiro e guia na atual expedição, procurado o IBAMA tendo relatado a existência do sítio em questão e, inclusive, levado representantes do órgão à furna,  para que verificassem in-loco a veracidade de suas afirmações, sem que, por parte do IBAMA, nenhum reconhecimento tenha conseguido, sequer por motivos preservacionistas.
 E parece que preservação é a palavra chave da questão, uma vez que uma extração "ilegal" de pedras do local, tem ameaçado a integridade da furna,

uma vez que o Sítio como um todo, já está irremediavelmente comprometido.
 A extração de pedras já está a cercar perigosamente a região da furna, encontrando-se, da ultima vez que lá andamos, há aproximadamente 40 metros da parte principal do sítio, a Pedra Furada.
 Infelizmente, não podemos prever mas, com o rápido correr da carruagem, é possível que da próxima vez que lá formos, não haja mais a furna, nem as inscrições rupestres nem o sítio no entorno. Tudo deverá estar triturado, servindo de base para argamassa de alguma construção municipal...

 Minhas Credenciais 
Quanto à pesquisa arqueológica, deveria apresentar minhas "descredenciais". Não sou arqueólogo, ou antes, sou arqueólogo amador, e, embora exerça só de raro em raro esse hobby, coisas, fatos e artefatos antigos parecem me perseguir. Certa feita, num sítio não catalogado e desconhecido pela sociedade arqueológica, no Município de Caucaia, desenterrei um belo artefato de Pedra Lascada, uma ponta de lança esmeradamente trabalhada, incrivelmente bem conservada, com todos os talhos laterais intactos, assim como a ponta, ainda afiada. Aliás este sítio, atualmente encontra-se completamente destruído pelo poder econômico, no lugar está sendo construída uma siderúrgica multinacional.  Atualmente desenterrei num pequeno sítio em Ubajara, de minha propriedade, uma outra ponta de lança, essa mais rústica, porém com traços inquestionáveis de maniulação humana. Pode ser que tenha encontrado um sítio arqueológico bem aqui no meu quintal, por enquanto não o sei, pelo menos estará preservado, ao menos enquanto tiver vida.



Os Pesquisadores

 Em meados do mês de Janeiro, 2015, convidado que fui pelo pesquisador João Melo, formamos uma pequena expedição com os antropólogos amadores (costumo brincar) Clesivaldo de Sousa, meu primo; Pedrinho do táxi, Claudio Lobo (meu irmão) e eu, que fiz algumas fotos, já editadas e enviadas para o youtube para registro.
 Apressei-me em fotografar e postar na Web, e agora editar aqui no meu site pessoal, o querido pianoclassico, pois temo que brevemente, graças à indignidade humana, esse importante sítio arqueológico não venha a ser mais que um punhado pedras sobre pedras, aliás, pedras lascadas sobre pedras lascadas.  (Newton Lobo.)
   









***



                 

Bicho Esquisito

 “Bicho Esquisito”, da diretora e dramaturga Lucia Coelho, retorna aos palcos pelo Grupo Navegando, em única apresentação, sábado, 16 de julho, no Sesc Niterói
 
Com entrada franca, espetáculo teatral infanto-juvenil, de 2002, ganha adaptação de filha da dramaturga e estimula a imaginação, talento e potencial das crianças a partir da criação de seus próprios brinquedos

O Grupo Navegando volta aos palcos e apresenta no sábado, dia 16 de Julho, às 16h, o espetáculo teatral infanto juvenil “Bicho Esquisito”, com entrada franca, no Teatro do Sesc Niterói.

“Bicho Esquisito” é um dos espetáculos do premiado Grupo Navegando, com texto, direção e concepção original de Lucia Coelho. O espetáculo estreou em 2002 no Espaço Sergio Porto e cumpriu temporadas nos Teatros Municipal do Jockey e Poeira.

A técnica escolhida é a da linguagem de animação que o Navegando desenvolve ao  longo de sua trajetória. A história é baseada em um fato real, que provoca  questionamentos em relação à arte.

O papel branco é o único elemento de cena, usado para fabricar bonecos e  adereços, o uso da imaginação é estimulado para que o publico crie asas e voe ao infinito, em busca de suas próprias descobertas.

Nanda Coelho, filha da diretora, que atuou na montagem original de 2002, é responsável pela adaptação da nova versão do espetáculo, que conta com as atrizes Severa de Brito e Grasiela Muller, além da musicista e atriz Isadora Medella, executando a trilha original do espetáculo em cena.

O Grupo Navegando, fundado em 1977 por Lucia Coelho, tem um histórico de sucessos no teatro infantil. O conteúdo lúdico, original e criativo de suas obras incentivam o publico a descobrir suas habilidades artísticas.

Lucia Coelho, ao longo de quase quatro décadas de história à frente do Grupo, participou de mais de 50 espetáculos como diretora, atriz e autora e venceu mais de 20 prêmios por criações dirigidas ao público infanto juvenil (Moliére, Coca Cola de Teatro Jovem, Mambembe, CBTIJ, entre outros).

Lucia Monteiro Coelho faleceu no mês de Outubro de 2014, deixando um legado de muito amor e inventividade nas artes cênicas para a infância e juventude. Uma curiosidade, A Coelha (como Lucia era chamada) esteve em cena em “Bicho Esquisito” em uma apresentação realizada na NAU | Núcleo de Artes da Urca (Escola que Lucia foi uma das fundadoras em 1976) no mês de Outubro desse mesmo ano.

Sinopse

Um menino, artista por natureza, desenhou e pintou uma galinha, durante uma pesquisa escolar.  

Orgulhosamente, entregou ao professor,  que,  desprovido de sensibilidade, quase destruiu seu  trabalho, exigindo outro para ser entregue no dia seguinte com mais realidade.

Mas o bicho esquisito abre o bico e conta sua quase tragédia...

“Nasci num papel, desenhado por um menino  que me considerou sua obra prima...Meu criador me levou para a escola como dever de casa e fui  amassado e jogado no lixo por um professor  igualzinho àqueles do tempo do onça, que me  chamou de ‘bicho esquisito’. Não tive dúvidas,  me desgrudei da folha do caderno, sai do lixo,  me tornei um personagem com vida e corri  atrás do meu dono que voltava para casa triste,  achando que eu tinha sido morto, matado,  sumido. Nosso encontro emocionante. No estado  em que eu me encontrava, sem pernas, imundo  e amassado, fui submetido a um tratamento  peculiar. Primeiro ganhei novas pernas mas com  um diferencial: pernas com articulações que me fizeram dançar. Depois fui submetido a um banho que me desmilingüiu todo (por eu ser de  papel) e fui transformado em tridimensional o  que me deu status...e mais visibilidade...”

O professor foi desenhar, foi brincar, foi  experimentar, foi ser um eterno aprendiz, em  parceria com seus pupilos, sendo um deles.

Sinopse resumida

Um menino, artista por natureza, desenhou e pintou uma galinha, durante uma pesquisa escolar.  

Orgulhosamente, entregou ao professor,  que,  desprovido de sensibilidade, quase destruiu seu  trabalho, exigindo outro para ser entregue no dia seguinte com mais realidade.

Mas o bicho esquisito abre  o bico e conta sua quase tragédia...



Equipe de criação

Texto, direção e concepção original: Lucia Coelho
Adaptação: Nanda Coelho
Elenco: Grasiela Muller e Severa de Brito
Musicista em cena (Acordeom, violão e efeitos): Isadora Medella
Direção musical: Grasiela Muller
Figurino: Cica Modesto
Cenografia: Grupo Navegando
Teatro de sombras: Marcelo Dias dos Santos
Iluminação e operação de luz: Luiza Ventura
Fotografia: Amanda Nakao
Arte Gráfica: Arthur Monteiro
Assessoria de Imprensa: Fábio Cezanne (Cezanne Comunicação)

Serviço

Local: Teatro do Sesc Niterói
Endereço:Rua Padre Anchieta 56, Centro
Dia: Sábado, 16 de Julho de 2016
Horário: 16h
Capacidade: 250 lugares
Duração: 45 minutos
Ingressos: Entrada franca
Informações: 21 2719 4119
Classificação indicativa: Livre para todas as idades, recomendado para crianças de 04 a 10 anos

Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Paulo Santoro apresenta Villa-Lobos

Paulo Santoro apresenta obra de Villa-Lobos no Theatro Municipal com coral de 100 vozes, segunda, dia 11

Violoncelista do Duo Santoro vai interpretar “Concerto nº2 para violoncelo e orquestra”, executada pela última vez no local há 35 anos por Antonio Meneses

Violoncelista do prestigiado Duo Santoro, Paulo Santoro fará, no próximo dia 11 de julho, segunda-feira, às 20h,  no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, um concerto como solista da Orquestra Sinfônica da UFRJ, sob a regência do maestro Roberto Duarte. O programa, que terá somente obras de Villa-Lobos, tem como destaque o  “Concerto nº 2 para violoncelo e orquestra”, obra em que o compositor, já no final de sua vida, se liberta de qualquer paradigma e mescla com maestria elementos do folclore brasileiro com a música popular, como o samba, choro e bossa-nova  - a última vez que a obra foi tocada no Theatro Municipal foi em 1981, com Antonio Meneses. Fazem parte do programa ainda, o famoso e emblemático “Choros 10”, também chamado de “Rasga o Coração”, que contará com a participação de um coro de mais de 100 vozes, e a 2ª Suíte para orquestra de câmara. A apresentação faz parte das comemorações dos 71 anos da Academia Brasileira de Música, que tem exatamente Villa-Lobos como fundador e primeiro presidente.
            O lançamento do segundo disco de carreira do Duo Santoro está previsto para o final do ano. O CD "Paisagens Cariocas", novamente com produção de Sergio Roberto de Oliveira (A Casa Discos), reúne composições para duo de violoncelos, dentre elas as estreias das obras "Diálogos" de Ronaldo Miranda, "Seresta" de Edino Krieger e "Aos Santos Oro" de Sergio Roberto de Oliveira, além de composições de Leandro Braga, Adriano Giffoni e Pixinguinha.


SERVIÇO
11 de julho – segunda-feira – Paulo Santoro é solista de concerto para violoncelo e orquestra de Villa-Lobos no Theatro Municipal,  que não é apresentado no Rio de Janeiro há 35 anos.
Horário: 20h
Endereço: Praça Floriano, S/N - Centro, Rio de Janeiro
Ingressos: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia-entrada para estudantes e idosos) 
Informações: (21) 2332-9191
Classificação: Livre

Fábio CezanneCezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
www.cezannecomunicacao.com.br

terça-feira, 21 de junho de 2016

Art Metal Quinteto



Art Metal Quinteto interpreta compositores do Prelúdio 21, no sábado, dia 25, no CCJF


A Série de concertos PRELÚDIO 21 – MÚSICA DO PRESENTE segue sua temporada 2016 no teatro do Centro Cultural Justiça Federal, no Centro, e, no próximo dia 25 de junho, sábado, às 15h, o grupo carioca de compositores vai convidar o Art Metal Quinteto para interpretar suas obras, com entrada franca. Formado por  Antônio J. Augusto (trompa), João Luiz Areias (trombone), Eliezer Rodrigues (tuba), Jessé Sadoc e Wellington Moura (trompetes), o quinteto desfruta da reputação de ser um dos melhores quintetos de metais brasileiro, reconhecido pela sua virtuosidade, carisma e dedicação em expandir o repertório brasileiro para esta formação. Os componentes do Art Metal Quinteto primeiro se encontraram na Orquestra Sinfônica Brasileira, onde atuam como solistas do naipe de metais, por mais dez anos.
            No dia 25, vão interpretar as composições dos integrantes do Prelúdio 21: José Orlando Alves ( “Figurazioni Multipli II”),Marcos Lucas  (“Corais e Hoquetos”), Alexandre Schubert  (“Meditação, Dança e Final”), Caio Senna  (“Come Again”), Sergio Roberto de Oliveira ( “Cristal e Porcelana”) e Neder Nassaro  (“Extratos”).

Prelúdio 21
Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.
A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.
O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

Programa:
José Orlando Alves -  “Figurazioni Multipli II”
Marcos Lucas – “Corais e Hoquetos”
Alexandre Schubert - “Meditação, Dança e Final” -
Caio Senna - “Come Again”
Sergio Roberto de Oliveira – “Cristal e Porcelana” 
Neder Nassaro – “Extratos”

Serviço:
25 de junho, sábado  - Prelúdio 21 convida Art Metal Quinteto
Horário: 15h
Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre

Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Bratislava se apresenta no SESC


Em show gratuito, Bratislava se apresenta no SESC Rio Preto

O fim de semana em São José do Rio Preto começa na quinta-feira (16), com o show da Bratislava, que sobe ao palco às 21h30 . A banda é considerada um dos destaques do rock experimental no país e leva ao SESC Rio Preto as canções do seu disco “Um Pouco Mais de Silêncio”, lançado em 2015 e presente na lista de melhores do ano em diversos veículos especializados. A apresentação faz parte da programação do Sonora, projeto que acontece todas as quintas-feiras e traz apostas da música brasileira. A entrada é gratuita.

Formada em 2010 por Victor Meira (vocal e teclado), Alexandre Meira (vocal e guitarra), Sandro Cobeleanschi (contrabaixo) e Lucas Felipe Franco (bateria), a Bratislava é uma banda de rock alternativo com contornos de progressivo e experimental. Crônicas do cotidiano urbano, as letras da banda apelam para a inventividade, recorrendo a figuras que vão de situações do dia-a-dia à imensidão do espaço. A finitude, a solidão e os limites do imaginário se misturam em temas humanos e universais. A banda divulga atualmente seu segundo álbum, sucessor de "Carne" (2012) e do EP "Longe do Sono" (2011).

"Um pouco mais de silêncio" resolveu quebrar o combo tradicional de vinil/CD e deu lugar a um zine interativo produzido artesanalmente, com arte de capa desenhada por Penabranca e participação de diversos outros artistas visuais. No material, o fã tem acesso a detalhes da composição das músicas em um experiência online totalmente inovadora, informações sobre a banda e links para download das músicas.

O SESC Rio Preto fica na Av. Francisco das Chagas Oliveira, nº 1333, em Chácara Municipal, na cidade de São José do Rio Preto. A entrada para o evento é gratuita.
Serviço
Bratislava no SESC Rio Preto
Data: 16 de junho
Horário: 21h30
Local: SESC Rio Preto
Endereço: Av. Francisco das Chagas Oliveira, nº 1333 - Chácara Municipal - São José do Rio Preto/SP
Entrada: Gratuita
Classificação etária:16 anos

segunda-feira, 13 de junho de 2016

17º Feira do Vinil do Rio

17º Feira do Vinil do Rio faz sua primeira edição do ano na Zona Sul, domingo, 19 de junho, homenageando Wilson das Neves

Com cerca de 2000 frequentadores por edição, evento vai celebrar os 80 anos do baterista, compositor e cantor carioca, e reunir 60 expositores de todo o país, com raridades e lançamentos em LPs, CDS e compactos a preços para todos os bolsos
As edições da Feira do Vinil do Rio na Zona Sul são duas vezes ao ano e a próxima – primeira de 2016 – será no dia 19 de junho, Domingo, retornando ao Instituto Bennett, no Flamengo, onde o evento costuma colocar em torno de 2000 visitantes a cada edição, graças ao empenho do produtor Marcelo Maldonado, do curador artístico Marcello MBGroove (coletivo Vinil É Arte) e dos idealizadores Marcos Oliveira e Mauricio Gouveia (Livraria Baratos da Ribeiro). A feira tem o apoio da Satisfaction Discos e, assim como a anterior, será cobrada como entrada 1 kg de alimento, a ser doado para a instituição Lar de Tereza.
Desta vez, o evento vai homenagear o baterista, cantor e compositor Wilson das Neves, que receberá em mãos, no dia, o Troféu Feira do Vinil do Rio, dando continuidade à iniciativa do evento de sempre lançar luz na obras de compositores e intérpretes expoentes da música popular brasileira. O músico já tocou com mais de 750 artistas, compôs cerca de 200 melodias, lançou 13 discos e já se apresentou ao lado de Chico Buarque,  Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, Martinho da Vila, Moacyr Luz, etc.
 Além da entrega do troféu, vai acontecer, no dia, o Encontro Box Beat, que reunirá beatmakers, produtores e interessados para, ao decorrer da feira, produzir beats que serão sampleados de um único LP do Wilson das Neves, previamente escolhido pela produção da feira. Ao final, do dia, os beats - produzidos em cima da música original do homenageado -  serão apresentados para o publico presente. Ao longo de toda a tarde, DJs e seletores cariocas apresentarão sets exclusivos 100% em vinil.
Além da habitual apresentação de DJs, estarão reunidos mais de 60 expositores de todo o Brasil. Do Rio, estarão presentes, dentre outros, a Tropicália Discos, a Sempre Música, a Arquivo Musical, além da Livraria Baratos da Ribeiro e da Satisfaction. Os paulistas serão representados pela Locomotiva, Neves Record, Groovnet rec, Mafer Discos, Sensorial e Zóyd, só para citar algumas. A feira terá também estandes de venda de CDs, equipamentos de áudio, marcas de roupas e acessórios com esta temática.
No país, as feiras de vinil têm mobilizado expositores e apaixonados de todos os estilos e gostos. Em São Paulo, por exemplo, com três produtores diferentes organizando feiras regularmente - o mais antigo deles, Tangerino, está em atividade há mais de 20 anos. Em Belo Horizonte, a Discoteca Pública já promoveu mais de 20 edições na cidade, e até Curitiba já tinha há anos um evento de relevância internacional. A maior feira mundial do gênero acontece em Utrecht, na Holanda, e a cada semestre reúne uma média de 2 mil expositores, vindos de todos os cantos do planeta, num centro de convenções tão imenso quanto o Rio Centro.


SERVIÇO: 17° Feira de Discos de Vinil do Rio de Janeiro
Dia: 19 de junho, domingo
Horário: das 11:30h às 20h
Local: Instituto Bennett
Endereço: Rua Marques de Abrantes, 55, Flamengo
Entrada: 1 kg de alimento não perecível
Classificação: livre
Informações: 21-98181-9733

'

'

Este Blog é corretamente visualizado com o Navegador FIREFOX . Portanto, se voce deseja redescobrir este Blog e a Grande Maioria dos Grandes Sites da Web, use o Navegador FIREFOX. O único totalmente compatível com Sites da Web 2.0, A ELITE DA INTERNET. Já usa o Firefox? Parabens! Ainda não tem? CLIQUE NA IMAGEM E FAÇA AGORA O DOWNLOAD TOTALMENTE GRATUITO e DESCUBRA UM "MUNDO NOVO" EM SEUS SITES PREFERIDOS!!!

Live Traffic

WARNIG:

This page is displayed correctly with Firefox. Screen Resolution 1024 by 768 pixels.
'











































'