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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Radamés Gnattali e Claude Bolling

Quarteto Concertante apresenta, no dia 31 de maio, quarta-feira, a Música sem Fronteiras de Radamés Gnattali e Claude Bolling, no Espaço Cultural BNDES, com entrada gratuita
Exibindo Quarteto Concertante (4) - creditos Ana ferreira.JPG
Dedicado à obra do criador da fusão jazz-erudito e formado por Paulo Santoro (violoncelo), Tamara Ujakoya (piano), Alexandre Brasil (contrabaixo) e André Frias (bateria), grupo interpretará também obra raríssima de Gnattalli, escrita em 1966

Na quarta-feira, dia 31 de maio, o Quarteto Concertante vai apresentar o espetáculo “A Música sem Fronteiras de Radamés Gnattali e Claude Bolling”, com entrada gratuita, às 19h, no Espaço Cultural BNDES, no Centro. Formado por Paulo Santoro( violoncelo), Tamara Ujakova (piano), Alexandre Brasil (contrabaixo) e André Frias (bateria), o quarteto fará um recital mostrando como Radamés Gnattali e Claude Bolling transitavam pelas mais diversas linguagens musicais, apresentando a música como um território sem fronteiras. Gnattali combinava os modelos tradicionais da música de concerto com a inventividade da música popular, folclórica e do jazz. Bolling, por sua vez, ficou famoso internacionalmente quando se voltou para a fusão do jazz com o clássico. De Gnattali, serão tocados “Modinha e Baião para violoncelo e piano” e “Trio para piano, contrabaixo e percussão”, obra raríssima, pouco conhecida e executada desde composta em 1966. O concerto se completa com a grandiosa “Suíte para Violoncelo e Jazz Piano Trio” de Bolling.
Formado em 2010 por Paulo Santoro, violoncelista da OSB, do Duo Santoro e do Quarteto Brasiliana; Tamara Ujakova, professora adjunta de piano da Escola de Música da UFRJ; Alexandre Brasil, contrabaixista da OSB e de diversos grupos de música popular e André Frias, percussionista da OSB, o grupo é especialista na obra de Claude Bolling, criador da fusão jazz-erudito e considerado o responsável pela renovação do jazz tradicional na década de 1960. Bolling escreveu música para mais de cem filmes, na maioria franceses, e ficou conhecido por uma série de colaborações com músicos eruditos como Jean-Pierre Rampal, Alexandre Lagoya, Pinchas Zukerman, Maurice André e Yo-Yo Ma.
A “Suíte para Violoncelo e Jazz Piano Trio” foi gravada pela primeira e única vez pelo próprio Claude Bolling ao piano e Yo-Yo Ma, um dos violoncelistas mais importantes da atualidade. Seus movimentos englobam formas contrastantes, como barroco romântico, lírico agitado etc, sempre inserindo elementos do jazz, inclusive a improvisação. No repertório do grupo, além da Suíte de Bolling, constam ainda a música brasileira de concerto, para as diversas combinações existentes, além de arranjos de música popular. O Quarteto Concertante fez sua estreia em um concerto memorável no auditório do BNDES, dentro da série “OSB Câmara”, e vem se apresentando regularmente por todo o Brasil.

QUARTETO CONCERTANTE
Paulo Santoro, violoncelo
Tamara Ujakova, piano
Alexandre Brasil, contrabaixo
André Frias, bateria

SERVIÇO:
31/05 – quarta-feira – Quarteto Concertante no Espaço Cultural BNDES
Horário: 19h
Endereço:  Av. República do Chile, 100 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Entrada Franca
Informações: (21) 2172-7447

Programa:

RADAMÉS GNATTALI - MODINHA E BAIÃO para violoncelo e piano
RADAMÉS GNATTALI - TRIO para piano contrabaixo e percussão
CLAUDE BOLLING - SUITE para violoncelo e jazz piano trio


Fábio CezanneCezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
www.cezannecomunicacao.com.br

segunda-feira, 13 de março de 2017

Philippe Meyohas


Philippe Meyohas explora o minimalismo na música erudita e lança suíte "A Arte do Retorno"

Experimentado dentro das formas tradicionais da música erudita, o compositor carioca Philippe Meyohas lança a suíte “A Arte do Retorno”. Com título em referência à consagrada "Arte da Fuga" de J.S. Bach,  nesse novo trabalho o compositor tece uma densa narrativa a partir da exploração de diversas formas de minimalismo e suas expressividades particulares. Somando a fortes ecos da música litúrgica judaica, do flamenco e à música contemporânea, Meyohas gera uma obra de sonoridade única.

O EP trata as composições em contextos e funções diferentes de forma linear, e exibe uma escrita dentro da linguagem polifônica, por isso a referência à obra clássica. A busca de uma musicalidade singular de Philippe Meyohas caracteriza a curta carreira do jovem músico, iniciada no EP “Alvíssaras” (2015).

“‘A Arte do Retorno’ na verdade tem uma dupla conotação. Uma que diz respeito a características compositivas da obra e outra a metáforas possíveis de se extrair dessas características, com endosso de subjetividade minha”, confessa Philippe. “Mais que a dupla conotação, ‘A Arte do Retorno’ sincretiza um sentido assustador entre período de compôr e a composição em si".

A vontade de explorar cada vez mais novos ingredientes em sua música fez Meyohas descobrir as suítes. Movimentos instrumentais tocados sem interrupções, essa forma de criação percorre uma noção de narrativa e evidencia as mais variadas explorações musicais. Segundo Philippe, esta é a definição de seu trabalho.

“Quanto à polifonia, ao contraponto, eu simplesmente acho incrível e ainda relativamente aberto à inventividade, mesmo já sendo algo surgido e reelaborado há mais de 500 anos e presente em diversas tradições musicais”, diz o compositor.

O EP tem a participação de Murilo Alves (violoncelo), Victor Hugo Rêgo (clarone) e de Philippe (viola caipira) e foi gravado e mixado por Guilherme Marques no Estúdio Frigideira, na cidade do Rio de Janeiro. A masterização foi realizada por Alexandre Rabaço.

Ouça “A Arte do Retorno”:

sábado, 11 de março de 2017

Teatro Gonzaguinha oferece oficinas e palestras gratuitas

Rio ganha importante projeto em prol da arte coral

Com patrocínio da Prefeitura, Observatório Coral Carioca vai realizar, de março a julho, no Teatro Gonzaguinha, oficinas e palestras gratuitas, shows a preços simbólicos, além de lançar espaço virtual, permitindo integração, conteúdo e divulgação de grupos corais de todo o país


A história da arte vocal no Rio de Janeiro, consagrada por iniciativas como a inserção do canto nas escolas através de Villa-Lobos, ganhará um importante capítulo, de março a julho, através do Observatório Coral Carioca. Com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura e coordenação e curadoria dos maestros Sérgio Sansão, Jonas Hammar e Carlos Alberto Figueiredo, o projeto vai oferecer palestras e oficinas, durante manhãs e tardes, com entradas gratuitas, e apresentações, no fim do dia, de dez grupos corais e vocais, a preços simbólicos, no Teatro Gonzaguinha - Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian, no Centro.Além de extensa programação,será lançado, no próximo dia 15 de março, quarta-feira, o site do Observatório Coral Carioca - www.observatoriocoral.art.br - espaço virtual de encontro e intercâmbio entre aqueles que atuam junto a corais e grupos vocais, não apenas na Cidade do Rio de Janeiro, como também para além de suas fronteiras. Permitindo não só o cadastro de uma infinidade de grupos corais, cada qual disponibilizando suas informações artísticas, características, histórico e contatos, o site vai reunir também dez artigos temáticos inéditos, escritos por profissionais de renome, que serão lançados nos dias das oficinas e concertos.
O projeto vem reforçar, ainda, que, democrático e inclusivo em sua essência, o canto coral pode ser vivenciado por pessoas de todas as faixas etárias, diferentes níveis de conhecimento musical, pessoas experientes, ou sem qualquer experiência em música. Há grupos vocais e corais com as mais variadas propostas estéticas e artísticas e os mais variados objetivos: desde a profissionalização, até a prática desta linguagem musical como possibilidade de lazer, diversão, socialização, terapia, ampliação de conhecimentos.
No Teatro Gonzaguinha, o projeto tem início no dia 18 de março, sábado, com palestra e oficina ministradas pelo compositor e arranjador Paulo Malagutti Pauleira, um dos fundadores do Céu da Boca, lendário grupo dos anos 80 e hoje integrante do MPB4. Às 17h, subirá ao palco o grupo Boca Que Usa, de Niterói, formado por 21 integrantes, cujo repertório abrange desde a música antiga até a contemporânea, de caráter religioso, secular, folclórico e popular, com prioridade para obras corais pouco executadas dentro do meio musical brasileiro. Já no dia 25, sábado, a cantora e arranjadora Regina Lucatto, que ajudou a fundar o célebre Garganta Profunda, vai realizar a palestra “O legado de Marcos Leite”, dissertando sobre a obra e carreira do companheiro do grupo. O grupo Canto do Rio subirá ao palco, às 17h, apresentando, com direção e regência de Paulo Malagutti Pauleira, arranjos vocais originais de alguns clássicos do antológico “álbum branco”, de João Gilberto, lançado em 73, apenas com voz, violão e uma leve bateria de Sonny Carr.
Em abril, o projeto prossegue com palestra e oficina, no dia 08, sábado, ministradas por Glaucia Mancebo e Zeca Rodrigues, e show do grupo Dá o Tom. No dia 29, será a vez de Reynaldo Puebla, que fará palestra e oficina sobre Coro Cênico, com a apresentação do Sacra Vox, às 17h. Até julho, renomados regentes e profissionais do canto estarão à frente das oficinas e palestras, como Deco Fiori, Augusto Ordine, Danilo Frederico, Patricia Costa, André Potasio, Lincoln Andrade e Maíra Martins. No palco do Teatro Gonzaguinha, vão se apresentar ainda os grupos Bebossa Kids, São Vicente a Cappella, Associação de Canto Coral e, Equale entre outros.
O Observatório Coral Carioca buscará aproximar um grande número de corais e grupos vocais, que, até então, encontram-se pouco articulados entre si, tanto no âmbito municipal, quanto em uma perspectiva nacional, ou internacional. A idéia é aproximar a comunidade coral, em prol de seu maior desenvolvimento, qualificação e projeção artística. Por representar, historicamente, uma potente ferramenta de musicalização, sociabilização e, educação para a cidadania, além de tantos outros valores relacionados à qualidade de vida da sociedade, o projeto nasce plural, atendendo também à carência de cursos de formação, oficinas, masterclasses, concertos, mostras, festivais; ou seja, tudo que permita uma maior circulação e troca entre os “fazedores” deste nicho tão rico de integração sócio cultural.



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Quarteto Brasiliana

Quarteto Brasiliana apresenta o programa “De Villa-Lobos a Piazzolla”, na quarta, dia 15 de fevereiro, no BNDES


Com uma trajetória de mais de 20 anos de palco, o Quarteto Brasiliana, ao longo do tempo, vem se especializando na interpretação de compositores brasileiros e latino-americanos. Formado por Roberto Faria e Willian Isaac (violinos), Samuel Passos (viola) e Paulo Santoro (violoncelo), o grupo vai apresentar um programa dedicado à música brasileira e argentina, no próximo dia 15 de fevereiro, quarta, às 19h, no Espaço Cultural BNDES, no Centro.
No concerto serão apresentados o último quarteto de Villa-Lobos e o primeiro de Ginastera, além da Congada de Villani-Côrtes, baseada em ritmos afro-brasileiros, e a famosa Milonga del Ángel de Piazzolla.


Programa


H. VILLA-LOBOS                 -        QUARTETO nº 17
                                                                                                                
E. VILLANI-CÔRTES           -        CONGADA

A. PIAZZOLLA                     -        MILONGA DEL ÁNGEL

A. GINASTERA                    -        QUARTETO nº 1                                              


SERVIÇO:
15/02 – quarta-feira – Quarteto Brasiliana no Espaço Cultural BNDES
Horário: 19h
Endereço:  Av. República do Chile, 100 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Entrada Franca
Informações: (21) 2172-7447


Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Duo Santoro no Teatro Ziembinski

Duo Santoro encerra temporada de concertos com repertório repleto de estreias, na sexta, dia 16, no Teatro Ziembinski

Exibindo Duo-Santoro-web6.jpgGêmeos violoncelistas vão apresentar composições do segundo CD, a ser lançado no próximo semestre, como as inéditas “Aos Santos Oro”, do compositor e produtor Sergio Roberto de Oliveira, e “Sandrino no Choro”, de Adriano Giffoni, além das estreias cariocas de obras de Ronaldo Miranda e Leandro Braga

São tantas as novidades dos irmãos violoncelistas Paulo e Ricardo Santoro para o próximo ano que não poderiam deixar de realizar um belo concerto de encerramento da temporada 2016. Na sexta, dia 16 de dezembro, às 19h, o Duo Santoro vai subir ao palco do Teatro Ziembinski, na Tijuca, para executar obras que estarão no segundo disco em mais de 20 anos carreira, o CD “Paisagens Cariocas”, a ser lançado no próximo semestre. No programa, está a obra “Aos Santos Oro”, inédita do compositor Sergio Roberto de Oliveira, que também assina a produção executiva do próximo disco. Os gêmeos farão também as estreias cariocas das músicas “Diálogos”, de Ronaldo Miranda, e “A Bênção, Sandrino”, de Leandro Braga, além da estreia mundial para dois violoncelos de “Sandrino no Choro”, de Adriano Giffoni.
O concerto de encerramento também marca o pontapé inicial das comemorações, no próximo ano, dos 50 anos dos irmãos. A dupla já planeja, além do CD “Paisagens Cariocas”, o lançamento de um DVD comemorativo, com a gravação de um concerto na forma de retrospectiva de carreira e contando com participações especiais do ator Carlos Vereza, do gaitista José Staneck e da percussionista Ana Letícia Barros, dentre outros.   
Os gêmeos cariocas Paulo e Ricardo fazem parte da Orquestra Sinfônica Brasileira desde 1986 e da Orquestra Sinfônica da UFRJ desde 1989, no mesmo ano em que se graduaram pela Escola de Música da UFRJ com nota máxima e dignidade acadêmica Magna Cum Laude. Com Mestrado em Música, já se apresentaram como solistas à frente de várias orquestras, além de participarem de outras formações camerísticas distintas, tais como Trios, Quartetos e outros Duos.
Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro estreou em 1990 e já se apresentou nas principais salas de concerto do Brasil. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos que vai do erudito ao popular. As transcrições e arranjos para violoncelos são assinados, na sua maioria, pelo próprio Duo. Uma das principais metas do Duo Santoro é a divulgação da música brasileira. Para isso, contam com a colaboração de vários compositores, que dedicaram algumas de suas principais obras ao Duo.

SERVIÇO:
16 de dezembro, sexta – Duo Santoro encerra temporada 2016 no Teatro Municipal Ziembinski
Horário: 19h
Endereço: Av. Heitor Beltrão, s/n – Tijuca
Ingressos: R$10,00 (inteira) / R$5,00 (meia-entrada)
Informações:  (21) 3234-2003
Capacidade: 104 pessoas

PROGRAMA:

· Sergio Roberto de Oliveira - Aos Santos Oro*
· Leandro Braga - A Bênção, Sandrino**
· Ronaldo Miranda - Diálogos**
· H. Villa-Lobos - O Trenzinho do Caipira 
· G. Vandré/Airto Moreira - Misturada
· Antonio Carlos Jobim - Dindi
· Adriano Giffoni - Sandrino no Choro
· Ernesto Nazareth - Brejeiro

*Estreia mundial
**Músicas dedicadas ao Duo Santoro

Fábio CezanneCezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
www.cezannecomunicacao.com.br

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Circuito de Concertos Didáticos

Circuito de Concertos Didáticos leva alunos da rede municipal à Cidade das Artes para assistir à Orquestra Maré do Amanhã e Camerata Laranjeiras



Na próxima semana, dias 28 (segunda) e 29 de novembro (terça), mais de 600 alunos das escolas municipais do Rio de Janeiro vão visitar a Cidade das Artes, na Barra, e assistir à Orquestra Maré do Amanhã e à Camerata Laranjeiras. O evento faz parte das atividades de encerramento do Circuito de Concertos Didáticos que vem buscando transformação através da música.
Em outubro e novembro, dez escolas municipais das Zonas Norte e Oeste receberam com bastante entusiasmo o projeto Circuito de Concertos Didáticos. No intuito de contribuir para a formação cultural dos estudantes da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. Com direção geral e curadoria assinada pela produtora cultural Kryka Pujol e direção executiva e produção de Margareth M Monteiro, o projeto tem o patrocínio da Vivo, do Governo do Rio, da Secretaria de Estado de Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro. Ao longo dos últimos dois meses, apresentaram-se nas escolas grandes expoentes da música instrumental, seja popular ou erudita, como o grupo Terno Carioca, Duo David Ganc e Fabio Adour (flauta e violão), Duo Kristina Augustin e Mario Orlando (viola da Gamba), o violonista Marcel Powell, o violinista Ayran Nicodemo e o duo formado por Daniela Spielmann (saxofone) e Sheila Zagury (teclado).
Levando música e cidadania a cerca de 1000 alunos, o projeto promoveu 30 concertos no total, tendo como desafio estimular, nos alunos de 6 a 14 anos, a percepção de sons de diversas naturezas e procedências e fomentar a formação de plateia para a música instrumental popular e erudita. O Circuito de Concertos Didáticos tem por objetivo também a promoção da Escola pública como espaço de educação integral da comunidade, em prol do desenvolvimento da sensibilidade e criatividade humana por meio do contato com a linguagem artístico-musical, visando à formação do cidadão, capaz de contribuir ativamente com a transformação sócio-cultural, necessária para a construção de uma sociedade mais ética e digna.

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Dia 28/11, 14h - ORQUESTRA MARÉ DO AMANHÃ receberá 300 alunos das escolas públicas do Rio de Janeiro que participaram do projeto CIRCUITO DE CONCERTOS DIDÁTICOS

Escolas atendidas:
Escola Municipal Azerbaijão (Anil)
Escola Municipal Sobral Pinto (Praça Seca)
Ciep Juscelino Kubitschek (Manguinhos)
Escola Municipal Dilermando Cruz  (Ramos)


Dia 29/11, 10h - CAMERATA LARANJEIRAS receberá 320 alunos das escolas públicas do Rio de Janeiro que participaram do projeto CIRCUITO DE CONCERTOS DIDÁTICOS

Escolas atendidas:
Escola Municipal Professora Didia Machado Fortes (Barra da Tijuca)
Ciep Compositor Donga (Taquara)
Escola Municipal Grécia  (Vista Alegre)
Ciep Maestro Francisco Mignone (Olaria)
Escola Municipal Rio das Pedras (Rio das Pedras)


Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Feira do Vinil do Rio / 18º edição

Feira do Vinil do Rio chega à 18º edição, no domingo, 13 de novembro, no Flamengo, homenageando Arthur Verocai, participação de BNegão e com lançamentos de livros temáticos

Com entrada franca e cerca de 2000 frequentadores por edição, evento vai premiar com troféu o consagrado compositor, arranjador e maestro brasileiro, além de promover o lançamento do livro sobre o Rock Instrumental na América Latina, de Laércio Martins, e “Memórias do Baterista Canhoto”, de Romir Andrade, baterista dos discos de Roberto Carlos na Jovem Guarda

Depois de homenagear o grupo Azymuth, o cantor e compositor Carlos Dafé e o sambista Wilson das Neves, a Feira do Vinil do Rio de Janeiro chega à sua 18º edição, no dia 13 de novembro, domingo, retornando ao Instituto Bennett, desta vez homenageando o compositor, arranjador e maestro Arthur Verocai, responsável por arranjos de discos e apresentações de nomes como Ivan Lins, Jorge Ben Jor, Elizeth Cardoso, Gal Costa, Erasmo Carlos, Célia e Marcos Valle, dentre muitos outros. Além da homenagem – será entregue o Troféu Feira do Vinil ao homenageado – o evento vai promover também o lançamento de dois importantes livros: “História e Discografia Ilustrada do Rock Instrumental na América do Sul e as Raridades Vocais”, do pesquisador Laércio Pacheco Martins, e “Memórias do Baterista Canhoto”, de Romir Andrade, baterista que integrou os grupos The Angels e The Youngerters, tendo gravado todos os discos do Roberto Carlos na época da Jovem Guarda. Esta será a última edição do ano da Feira do Vinil do Rio - são duas edições anuais na Zona Sul e duas na Barra – e o evento costuma colocar, no Flamengo, em torno de 2000 visitantes a cada edição, graças ao empenho do produtor Marcelo Maldonado, do produtor artístico Marcello MBGroove (coletivo Vinil É Arte). A feira tem o apoio da Satisfaction Discos e, assim como as edições anteriores, será cobrada como entrada simbólica 1 kg de alimento, a ser doado para a Seara Espiritualista Falangeiros de Aruanda (SEFA), que desempenha um importante trabalho de caridade e distribuição de cestas básicas em comunidades carentes. 
A homenagem vem em ótima ocasião para Verocai, uma vez que está finalizando a produção do seu novo álbum, com orquestra de cordas e sopro, que reunirá uma turma de pesos pesados da música brasileira, como Danilo Caymmi, Criolo, Mano Brown, Vinicius Cantaria e Seu Jorge, e será lançado pelo Selo Sesc até o fim do ano e deverá ganhar edição em LP. Importante lembrar ainda que o músico foi diretor musical e arranjador da TV Globo, em programas como Som Livre Exportação, Chico City e A grande família, e também atuou na música publicitária. Seu primeiro disco solo, de 1972, chamado Arthur Verocai, misturando jazz, bossa nova e música experimental, foi redescoberto 30 anos depois por produtores musicais, rappers e DJs que usaram samples de suas músicas. Nomes como Little Brother, J Rocc , MF Doom e Ludacris, entre outros. O LP alcançou níveis estratosféricos de preços em sites de venda de discos de vinil, após todo o burburinho pela recém descoberta de uma obra prima esquecida da MPB.
A 18º Feira do Vinil do Rio será especial também pelo lançamento de dois livros que propõem um belo resgate na história da música. O pesquisador Laércio Martins, em “História e Discografia Ilustrada do Rock Instrumental na América do Sul e as Raridades Vocais”, conseguiu fazer um importante levantamento arqueológico das bandas que acompanhavam grandes artistas e/ou que se lançaram em diferentes caminhos dentro do rock instrumental na América Latina. A pesquisa alcançou nomes de grupos como Copa Combo, The Phantoms, Os Cardinais, Os Terríveis, Raulzito e seus Panters,  El-Son7, The Pops, Luizinho e seus Dinamites. Laércio é colecionador e pesquisador do rock primitivo e, especialmente, instrumental dos anos 1960 e 1970, e escreveu artigos para a revista inglesa New Gandy Dancer, especializada em rock. Em 2001, lançou a 1º edição do livro "O rock and roll - Origem, mitos e o rock instrumental no Brasil e em outros países", de sua pesquisa sobre o rock.
Por uma fantástica coincidência, o segundo livro a ser lançado no evento é “Memórias do Baterista Canhoto”, do baterista Romir Andrade, que integrou os grupos The Youngerters e The Angels, mencionados no livro de Laércio, tendo acompanhado e gravado praticamente todos os discos do Roberto Carlos do tempo da Jovem Guarda. Não por acaso o livro traz inúmeras curiosidades sobre as gravações com o Rei, memórias de quem vivenciou cada momento da Jovem Guarda,  do período compreendido pelo “antes” e o “durante” o seu “boom”, desde sua gestação com “Parei na Contramão até o LP “Jovem Guarda” (quase 50 faixas gravadas para colocação de voz pelos artistas em ascensão) – final dos anos 50, anos 60 ao limiar dos anos 70.  
            No domingo também haverá o lançamento do disco "Joutro Mundo presents Brazilian Boogie e Disco Reworks vol. 1",  do DJ e produtor Jonas Rocha, lançado pelo selo londrino Midnight Riot Recordings. Ao longo do dia, vários DJs apresentarão seus sets em vinil, dentre eles, a estreia no evento do rapper BNegão, quer se apresentará como “BNegão Bota Som”. Cerca de 60 expositores de todo o Brasil estarão presentes com discos e CDs Do Rio, estarão presentes, dentre outros, a Tropicália Discos, a Sempre Música, a Arquivo Musical, além da Livraria Baratos da Ribeiro e da Satisfaction. Os paulistas serão representados pela Locomotiva, Neves Record, Groovnet rec, Mafer Discos, Sensorial e Zóyd, só para citar algumas. A feira terá também estandes de venda de CDs, equipamentos de áudio, marcas de roupas e acessórios com esta temática.



SERVIÇO: 18° Feira de Discos de Vinil do Rio de Janeiro
Dia: 13 de novembro, domingo
Horário: das 11:30h às 20h
Local: Instituto Bennett
Endereço: Rua Marques de Abrantes, 55, Flamengo
Entrada: 1 kg de alimento não perecível
Classificação: livre
Informações: 21-98181-9733


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