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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Circuito de Concertos Didáticos

Circuito de Concertos Didáticos leva alunos da rede municipal à Cidade das Artes para assistir à Orquestra Maré do Amanhã e Camerata Laranjeiras



Na próxima semana, dias 28 (segunda) e 29 de novembro (terça), mais de 600 alunos das escolas municipais do Rio de Janeiro vão visitar a Cidade das Artes, na Barra, e assistir à Orquestra Maré do Amanhã e à Camerata Laranjeiras. O evento faz parte das atividades de encerramento do Circuito de Concertos Didáticos que vem buscando transformação através da música.
Em outubro e novembro, dez escolas municipais das Zonas Norte e Oeste receberam com bastante entusiasmo o projeto Circuito de Concertos Didáticos. No intuito de contribuir para a formação cultural dos estudantes da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. Com direção geral e curadoria assinada pela produtora cultural Kryka Pujol e direção executiva e produção de Margareth M Monteiro, o projeto tem o patrocínio da Vivo, do Governo do Rio, da Secretaria de Estado de Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro. Ao longo dos últimos dois meses, apresentaram-se nas escolas grandes expoentes da música instrumental, seja popular ou erudita, como o grupo Terno Carioca, Duo David Ganc e Fabio Adour (flauta e violão), Duo Kristina Augustin e Mario Orlando (viola da Gamba), o violonista Marcel Powell, o violinista Ayran Nicodemo e o duo formado por Daniela Spielmann (saxofone) e Sheila Zagury (teclado).
Levando música e cidadania a cerca de 1000 alunos, o projeto promoveu 30 concertos no total, tendo como desafio estimular, nos alunos de 6 a 14 anos, a percepção de sons de diversas naturezas e procedências e fomentar a formação de plateia para a música instrumental popular e erudita. O Circuito de Concertos Didáticos tem por objetivo também a promoção da Escola pública como espaço de educação integral da comunidade, em prol do desenvolvimento da sensibilidade e criatividade humana por meio do contato com a linguagem artístico-musical, visando à formação do cidadão, capaz de contribuir ativamente com a transformação sócio-cultural, necessária para a construção de uma sociedade mais ética e digna.

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Dia 28/11, 14h - ORQUESTRA MARÉ DO AMANHÃ receberá 300 alunos das escolas públicas do Rio de Janeiro que participaram do projeto CIRCUITO DE CONCERTOS DIDÁTICOS

Escolas atendidas:
Escola Municipal Azerbaijão (Anil)
Escola Municipal Sobral Pinto (Praça Seca)
Ciep Juscelino Kubitschek (Manguinhos)
Escola Municipal Dilermando Cruz  (Ramos)


Dia 29/11, 10h - CAMERATA LARANJEIRAS receberá 320 alunos das escolas públicas do Rio de Janeiro que participaram do projeto CIRCUITO DE CONCERTOS DIDÁTICOS

Escolas atendidas:
Escola Municipal Professora Didia Machado Fortes (Barra da Tijuca)
Ciep Compositor Donga (Taquara)
Escola Municipal Grécia  (Vista Alegre)
Ciep Maestro Francisco Mignone (Olaria)
Escola Municipal Rio das Pedras (Rio das Pedras)


Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Feira do Vinil do Rio / 18º edição

Feira do Vinil do Rio chega à 18º edição, no domingo, 13 de novembro, no Flamengo, homenageando Arthur Verocai, participação de BNegão e com lançamentos de livros temáticos

Com entrada franca e cerca de 2000 frequentadores por edição, evento vai premiar com troféu o consagrado compositor, arranjador e maestro brasileiro, além de promover o lançamento do livro sobre o Rock Instrumental na América Latina, de Laércio Martins, e “Memórias do Baterista Canhoto”, de Romir Andrade, baterista dos discos de Roberto Carlos na Jovem Guarda

Depois de homenagear o grupo Azymuth, o cantor e compositor Carlos Dafé e o sambista Wilson das Neves, a Feira do Vinil do Rio de Janeiro chega à sua 18º edição, no dia 13 de novembro, domingo, retornando ao Instituto Bennett, desta vez homenageando o compositor, arranjador e maestro Arthur Verocai, responsável por arranjos de discos e apresentações de nomes como Ivan Lins, Jorge Ben Jor, Elizeth Cardoso, Gal Costa, Erasmo Carlos, Célia e Marcos Valle, dentre muitos outros. Além da homenagem – será entregue o Troféu Feira do Vinil ao homenageado – o evento vai promover também o lançamento de dois importantes livros: “História e Discografia Ilustrada do Rock Instrumental na América do Sul e as Raridades Vocais”, do pesquisador Laércio Pacheco Martins, e “Memórias do Baterista Canhoto”, de Romir Andrade, baterista que integrou os grupos The Angels e The Youngerters, tendo gravado todos os discos do Roberto Carlos na época da Jovem Guarda. Esta será a última edição do ano da Feira do Vinil do Rio - são duas edições anuais na Zona Sul e duas na Barra – e o evento costuma colocar, no Flamengo, em torno de 2000 visitantes a cada edição, graças ao empenho do produtor Marcelo Maldonado, do produtor artístico Marcello MBGroove (coletivo Vinil É Arte). A feira tem o apoio da Satisfaction Discos e, assim como as edições anteriores, será cobrada como entrada simbólica 1 kg de alimento, a ser doado para a Seara Espiritualista Falangeiros de Aruanda (SEFA), que desempenha um importante trabalho de caridade e distribuição de cestas básicas em comunidades carentes. 
A homenagem vem em ótima ocasião para Verocai, uma vez que está finalizando a produção do seu novo álbum, com orquestra de cordas e sopro, que reunirá uma turma de pesos pesados da música brasileira, como Danilo Caymmi, Criolo, Mano Brown, Vinicius Cantaria e Seu Jorge, e será lançado pelo Selo Sesc até o fim do ano e deverá ganhar edição em LP. Importante lembrar ainda que o músico foi diretor musical e arranjador da TV Globo, em programas como Som Livre Exportação, Chico City e A grande família, e também atuou na música publicitária. Seu primeiro disco solo, de 1972, chamado Arthur Verocai, misturando jazz, bossa nova e música experimental, foi redescoberto 30 anos depois por produtores musicais, rappers e DJs que usaram samples de suas músicas. Nomes como Little Brother, J Rocc , MF Doom e Ludacris, entre outros. O LP alcançou níveis estratosféricos de preços em sites de venda de discos de vinil, após todo o burburinho pela recém descoberta de uma obra prima esquecida da MPB.
A 18º Feira do Vinil do Rio será especial também pelo lançamento de dois livros que propõem um belo resgate na história da música. O pesquisador Laércio Martins, em “História e Discografia Ilustrada do Rock Instrumental na América do Sul e as Raridades Vocais”, conseguiu fazer um importante levantamento arqueológico das bandas que acompanhavam grandes artistas e/ou que se lançaram em diferentes caminhos dentro do rock instrumental na América Latina. A pesquisa alcançou nomes de grupos como Copa Combo, The Phantoms, Os Cardinais, Os Terríveis, Raulzito e seus Panters,  El-Son7, The Pops, Luizinho e seus Dinamites. Laércio é colecionador e pesquisador do rock primitivo e, especialmente, instrumental dos anos 1960 e 1970, e escreveu artigos para a revista inglesa New Gandy Dancer, especializada em rock. Em 2001, lançou a 1º edição do livro "O rock and roll - Origem, mitos e o rock instrumental no Brasil e em outros países", de sua pesquisa sobre o rock.
Por uma fantástica coincidência, o segundo livro a ser lançado no evento é “Memórias do Baterista Canhoto”, do baterista Romir Andrade, que integrou os grupos The Youngerters e The Angels, mencionados no livro de Laércio, tendo acompanhado e gravado praticamente todos os discos do Roberto Carlos do tempo da Jovem Guarda. Não por acaso o livro traz inúmeras curiosidades sobre as gravações com o Rei, memórias de quem vivenciou cada momento da Jovem Guarda,  do período compreendido pelo “antes” e o “durante” o seu “boom”, desde sua gestação com “Parei na Contramão até o LP “Jovem Guarda” (quase 50 faixas gravadas para colocação de voz pelos artistas em ascensão) – final dos anos 50, anos 60 ao limiar dos anos 70.  
            No domingo também haverá o lançamento do disco "Joutro Mundo presents Brazilian Boogie e Disco Reworks vol. 1",  do DJ e produtor Jonas Rocha, lançado pelo selo londrino Midnight Riot Recordings. Ao longo do dia, vários DJs apresentarão seus sets em vinil, dentre eles, a estreia no evento do rapper BNegão, quer se apresentará como “BNegão Bota Som”. Cerca de 60 expositores de todo o Brasil estarão presentes com discos e CDs Do Rio, estarão presentes, dentre outros, a Tropicália Discos, a Sempre Música, a Arquivo Musical, além da Livraria Baratos da Ribeiro e da Satisfaction. Os paulistas serão representados pela Locomotiva, Neves Record, Groovnet rec, Mafer Discos, Sensorial e Zóyd, só para citar algumas. A feira terá também estandes de venda de CDs, equipamentos de áudio, marcas de roupas e acessórios com esta temática.



SERVIÇO: 18° Feira de Discos de Vinil do Rio de Janeiro
Dia: 13 de novembro, domingo
Horário: das 11:30h às 20h
Local: Instituto Bennett
Endereço: Rua Marques de Abrantes, 55, Flamengo
Entrada: 1 kg de alimento não perecível
Classificação: livre
Informações: 21-98181-9733


Fábio CezanneCezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
www.cezannecomunicacao.com.br

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Bratislava


Sem guitarra, Bratislava mostra uma versão synth de “Carne”
A banda é uma das participantes da próxima edição do Lollapalooza Brasil

O canal Lavanderia lança a segunda parte do episódio que conta com a participação da Bratislava. Enquanto no primeiro, a ausência da guitarra foi substituída pelo sax, desta vez o instrumento é substituído pelo synth. A canção escolhida é “Carne”, som instrumental que deu o nome ao disco de estreia do grupo. O arranjo não foi modificado, mas a versão soa diferente. A Bratislava é uma das bandas brasileiras no lineup do festival Lollapalooza, que será realizado nos dias 25 e 26 de março de 2017, em São Paulo.

Formada por Victor Meira (vocal e teclado), Alexandre Meira (vocal e guitarra), Sandro Cobeleanschi (contrabaixo) e Lucas Felipe Franco (bateria), a Bratislava se mostra versátil no vídeo da Lavanderia. Na ocasião, a guitarra de Alexandre Meira (que se recuperava de uma cirurgia) é substituída pelo synth de Victor Meira.  A estética lo-fi, que faz parte da identidade do canal Lavanderia, facilitou a decisão da banda em fazer a troca de instrumentos nesta versão. Como locação, a própria lavanderia do videomaker Rafa Souza recebeu toda essa potência sonora.

A canção “Carne” vem de duas inspirações, sendo a maior delas uma das histórias do livro “Mundo Pet”, de Lourenço Mutarelli. “Na historinha, o protagonista começa a ter alucinações em que ele se vê num pasto, bem pacífico, com vaquinhas, clima meio fazenda. E aí ele começa a sacar que o que tá causando as alucinações são as memórias das vacas, as memórias impregnadas na carne bovina que ele come”, conta Victor.

O vocalista continua e explica que a segunda inspiração veio de uma história do ilustrador McBess, que conta de que sua mãe, vegetariana, quando ficou grávida, recebeu do médico a recomendação de comer carne, pois os nutrientes e proteínas fariam bem ao bebê. Dessa forma, durante a gestação ela abdicou da dieta vegetariana e seguiu os conselhos do doutor. “O McBess fica tirando uma pira de que ele próprio foi formado pela carne que sua mãe comeu durante a gestação. É lúdico, mas ele leva a sério a brisa, tanto que muitos desenhos dele tem o motivos de carne, bifes, etc, e ele tem tatuado nas falanges dos dedos da mão M E A T”, explica Victor.

Influência é algo que não falta no som da Bratislava. Cenas do cotidiano urbano se tornam crônicas na mão do grupo. As letras da banda apelam para a inventividade, recorrendo a figuras que vão de situações do dia-a-dia à imensidão do espaço. A finitude, a solidão e os limites do imaginário se misturam em temas humanos e universais. O rock alternativo com contornos de progressivo e experimental da Bratislava se reflete em suas canções. Além de “Um Pouco Mais de Silêncio” (2015), a banda tem no currículo o álbum "Carne" (2012) e o EP "Longe do Sono" (2011).

Lavanderia é um canal sobre produção musical e música em geral que já trouxe como convidados os músicos Lucas Brenelli, André Month, a banda Antiprisma e o projeto Trago Arte.

Circuito Didático

Circuito de Concertos Didáticos retorna às escolas municipais da Zona Norte e Oeste em novembro com apresentações de Daniela Spielmann, Sheila Zagury, Marcel Powell e Ayran Nicodemo

Projeto iniciado em outubro vai realizar, até 27 de novembro, concertos didáticos para o ensino fundamental em escolas de Olaria, Vista Alegre, Manguinhos, Ramos, Barra da Tijuca, Rio das Pedras, Anil, Praça Seca, e Taquara


Desde outubro, dez escolas municipais da Zona Norte e Oeste vêm recebendo o projeto Circuito de Concertos Didáticos, no intuito de contribuir para a formação cultural dos estudantes da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. Com direção geral e curadoria assinada pela produtora cultural Kryka Pujol e direção executiva e produção de Margareth M Monteiro, o projeto tem o patrocínio da Vivo, do Governo do Rio, da Secretaria de Estado de Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro. Já se apresentaram o grupo Terno Carioca, Duo David Ganc e Fabio Adour (flauta e violão), Duo Kristina Augustin e Mario Orlando (viola da Gamba) e o violonista Marcel Powell. Levando música e cidadania a cerca de 1000 alunos e promovendo 30 concertos no total, o projeto retorna às mesmas escolas em novembro, entre os dias 07 e 11, desta vez com apresentações e bate-papos com o violinista Ayran Nicodemo e o duo formado por Daniela Spielmann (saxofone) e Sheila Zagury (teclado), que levará aos alunos a obra de Jacob do Bandolim. Marcel Powell se apresenta ainda nas escolas em Vista Alegre e em Olaria.
O desafio do projeto é estimular nos alunos de 6 a 14 anos, a percepção de sons de diversas naturezas e procedências e fomentar a formação de plateia para a música instrumental popular e erudita. O Circuito de Concertos Didáticos busca promover a Escola pública como espaço de educação integral da comunidade, em prol do desenvolvimento da sensibilidade e criatividade humana por meio do contato com a linguagem artístico-musical, visando à formação do cidadão, capaz de contribuir ativamente com a transformação sócio-cultural, necessária para a construção de uma sociedade mais ética e digna.

Visite e curta a fanpage do projeto https://www.facebook.com/circuitoconcertosdidaticos/

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Ricardo Tacuchian lança o CD “Água Forte”

Ricardo Tacuchian lança o CD “Água Forte” reunindo composições inéditas para piano interpretadas pelo Duo Grosman-Barancoski, no sábado, dia 05, no Theatro Municipal

Com mais de 50 discos lançados em seis décadas de carreira, compositor de renome internacional reúne em novo CD obras para dois pianos e piano a quatro mãos

Com mais 60 anos de carreira e um obra de mais de 250 títulos tocada no Brasil e em praticamente todos os países da Europa e das Américas, o compositor Ricardo Tacuchian esbanja inventividade e vitalidade no seu mais novo CD “Água Forte” (A CASA Discos / distribuição nacional Tratore), reunindo seis composições para dois pianos e piano a quatro mãos, magistralmente executadas pelo Duo Grosman-Barancoski, formado por Miriam Grosman e Ingrid Barancoski. O concerto de lançamento será no sábado, dia 05 de novembro, na Sala Mario Tavares, no Anexo do Theatro Municipal, às 16h. O disco vem a se juntar a uma discografia que alcança mais de 100 fonogramas em cerca de 50 diferentes CDs, inclusive gravações lançadas nos Estados Unidos, além das antigas gravações em LP (vinil). Continue lendo.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Paulo Santoro apresenta repertório jazzístico

Paulo Santoro apresenta repertório jazzístico com obras de Bolling e Piazzolla na sexta, dia 04, na Escola de Música da UFRJ, Lapa


Com entrada franca, violoncelista do Duo Santoro se apresenta com quarteto formado pela pianista Tamara Ujakova, contrabaixista Alexandre Brasil e baterista André Frias

Na sexta-feira, dia 04 de novembro, às 18:30h, Paulo Santoro, violoncelista do consagrado Duo Santoro, vai pedir licença ao meio erudito para empunhar seu violoncelo no jazz, no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ, com entrada franca.  Ao lado da pianista Tamara Ujakova, do contrabaixista Alexandre Brasil e do baterista André Frias, o violoncelista vai tocar a famosa “Suite para Cello e Jazz Piano Trio”, do compositor francês Claude Bolling, criador da fusão jazz-erudito e considerado o responsável pela renovação do jazz tradicional na década de 1960.  No repertório, o quarteto vai tocar também “Le Grand Tango”, de Piazzolla.
O Duo Santoro, formado com seu irmão Ricardo, está finalizando o segundo disco de carreira, “Paisagens Cariocas”, com previsão de lançamento para início de 2017, novamente com produção de Sergio Roberto de Oliveira (A Casa Discos), reunindo composições para duo de violoncelo.

Paulo Santoro

Um dos mais destacados violoncelistas brasileiros, Paulo Santoro é professor de violoncelo do Conservatório Brasileiro de Música e de diversos festivais de música pelo país, diretor artístico da Camerata Rio de Janeiro e violoncelista da Orquestra Sinfônica Brasileira. Formado pela Escola de Música da UFRJ, atuou como professor de música de câmara e é músico desta mesma instituição.
Na Indiana University School of Music, Bloomington, teve aulas de violoncelo com os professores Emilio Colón, Tsuyoshi Tsutsumi e Janos Starker, terminando o curso com nota máxima. Estudou música de câmara com Jean-Louis Haguenauer e Leonard Hokanson. Fez parte da Indiana University Philharmonic Orchestra e da Indiana University Concert Orchestra sob a regência dos maestros Kurt Masur e Mstislav Rostropovitch, entre outros. Participou ainda do Indiana University Cello Ensemble.
Já se apresentou em recitais por todo o Brasil e em países como África do Sul, Paraguai, Bolívia, Alemanha, Suíça e Estados Unidos, além de ter tocado como solista de várias orquestras, dentre elas a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica Nacional, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Unisinos e Orquestra Filarmônica do Espírito Santo. Em 2010, foi o vencedor do XIII Prêmio Carlos Gomes na categoria conjunto de câmara pelos concertos com a série de 17 quartetos de Villa-Lobos e pelos concertos didáticos realizados no Acre. Foi agraciado ainda com o prestigiado prêmio Rumos Itaú Cultural na edição 2007-2009, lançando um DVD de sua apresentação ao vivo em São Paulo. No ano de 1995, recebeu por unanimidade da União Brasileira dos Escritores a condecoração "Personalidade Cultural do Ano".
Atualmente, faz parte também do Quarteto Santoro, Quarteto Continental, Paulo Santoro e Jazz Piano Trio, Trio Santoro-Staneck, Brasil Trio e o Duo Paulo Santoro-Maria Tereza Soares. Participa de diversos festivais de música contemporânea pelo Brasil, onde estreou inúmeras obras de compositores brasileiros, tais como Ronaldo Miranda, João Guilherme Ripper, Ricardo Tacuchian, Villani-Côrtes, Nestor de Hollanda, Guilherme Bauer, Ricardo Medeiros, Sérgio Di Sabbato, Caio Senna, entre outros. Possui vários CDs gravados e em seu último trabalho recebeu a seguinte crítica da revista britânica The Strad: “Paulo Santoro brilhou em seu solo, encantador e inspirado”.

SERVIÇO:
04/11, sexta-feira – Paulo Santoro e Jazz Piano Trio interpretam Boilling e Piazzolla na Escola de Música da UFRJ
Local: Salão Leopoldo Miguez
horário: 18:30h
Endereço: Rua do Passeio, 98 Lapa
Informações: 2240 1391
Ingressos: entrada franca
Capacidade do lugar: 200 pessoas
Classificação: livre

Programa:

A. PIAZZOLLA:  Le Grand Tango
C. BOLLING: Suite para Violoncelo e Jazz Piano Trio


Fábio CezanneCezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
www.cezannecomunicacao.com.br

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Orquestra Petrobras Sinfônica

 Um dos mais jovens diretores executivos de orquestra do mundo, Mateus Simões é carioca, tem 32 anos e um perfil bem diferente do que se possa imaginar. Apesar da pouca idade, ele tem experiência e um sentido especial para captar boas oportunidades. Sua carreira na música clássica começou na Orquestra Sinfônica Brasileira, passa pela Utah Symphony/Utah Opera e hoje, ele é diretor da Orquestra Petrobrás Sinfônica, uma das mais importantes do país, que traz como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky. O mais curioso? Isso tudo de um jovem fã de punk rock e metal, e que até hoje costuma tocar pelo Brasil.

 Desde 2006 em contato com o mundo da música erudita, na OSB foi assistente da direção de marketing. Na época, o seu primeiro contato foi também arrebatador e, desde então, a relação com a música clássica só ficou mais forte:

“Acabei me apaixonando. Trabalhei lá por 1 ano e meio, mais ou menos, e saí da área. Dois anos depois, em 2009, a OPES me chamou para um freela, e acabou reacendendo a chama. O relacionamento foi se desenvolvendo, e hoje sou o Diretor Executivo. Desde o primeiro dia na OSB eu fiquei apaixonado pelo mundo da música clássica! Era o que precisava para voltar”, revela. Continue lendo...

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