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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Duo Santoro apresenta João Guilherme Ripper

Duo Santoro
apresenta obra inédita de João Guilherme Ripper, com a Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, no domingo, 17 de setembro, no Cine Arte UFF

Gêmeos violoncelistas farão a estreia mundial da obra “Duplum”, primeiro concerto para dois violoncelos e orquestra escrito pelo maestro

Ainda envolto com o recente CD “Paisagens Cariocas”, segundo disco de sua carreira, lançado no primeiro semestre, o Duo Santoro parte para mais uma etapa enobrecedora em seus mais de vinte anos de formação. No próximo domingo, 17 de setembro,às 10h30min, os irmãos, que integram a Orquestra Sinfônica Brasileira, vão se juntar à Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, regida pelo maestro Tobias Volkmann, para realizar, em um concerto memorável: a estreia mundial da obra “Duplum”, concerto para dois violoncelos e orquestra, de João Guilherme Ripper. Este é o primeiro concerto escrito para esta formação pelo consagrado compositor – a parceria vem desde 1994, quando Ripper escreveu uma das primeiras músicas dedicadas ao duo, “Cantiga e Desafio”, gravada em 2013 no CD de estreia dos gêmeos, “Bem Brasileiro”.
            O maestro vem saboreando grandes realizações profissionais. Pela primeira vez em 109 anos de existência, o Teatro Colón, de Buenos Aires, encenará uma ópera de um compositor brasileiro: sua peça “Piedade” tem quatro récitas nos dias 2, 3, 8 e 9 de setembro, dentro da série Ópera de Câmara, que tem curadoria de Marcelo Lombardero.
O concerto da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF terá ainda a apresentação do “Concerto para fagote e orquestra, Op.88”, de Liduino Pitombeira, com execução a cargo de Jeferson Souza, integrante da OSN, além de obras de Cláudia Caldeira e Rafael Piccolotto de Lima.


SERVIÇO:

Duo Santoro e Orquestra Sinfônica Nacional da UFF interpretam “Duplum”, concerto para dois violoncelos e orquestra, de João Guilherme Ripper (estreia mundial)
Maestro: Tobias Volkmann

17 de setembro
Domingo | 10h30min
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$ 14 (inteira) R$ 7 (meia)
Classificação: Livre
Informações: 3674-7511 | 3674-7512

Duo Santoro

Iniciaram os estudos musicais com o seu pai, o contrabaixista Sandrino Santoro. Em 1989, graduaram-se pela Escola de Música da UFRJ com nota máxima e dignidade acadêmica Magna Cum Laude, e hoje são mestres pela UFRJ e pela UNIRIO.
Pertencem aos quadros da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ, onde já se apresentaram várias vezes como solistas, além de participarem de outras formações camerísticas distintas, tais como trios, quartetos e outros duos.
Considerado "um dos maiores sucessos da música erudita brasileira" pelo Jornal O Globo, o Duo Santoro é um dos conjuntos mais elogiados pela crítica especializada.
Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro estreou em 1990 e já se apresentou nas principais salas de concerto de todo o país. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos, que vai do erudito ao popular. Uma das principais metas do Duo Santoro é a divulgação da música brasileira. Para isso, contam com a colaboração de vários compositores, que dedicaram algumas de suas principais obras ao Duo, tais como EdinoKrieger, Ronaldo Miranda, João Guilherme Ripper, Ricardo Tacuchian, Dimitri Cervo, Villani-Côrtes, Nestor de Hollanda etc.
Por unanimidade, Paulo e Ricardo Santoro receberam da "União Brasileira de Escritores" os prêmios PERSONALIDADE CULTURAL do ano de 1995 e MEDALHA DO MÉRITO CULTURAL de 2014, além das condecorações "MEDALHA DE OURO" e "MEDALHA DE PRATA" conferidas pela Escola de Música da UFRJ em 1992.
Nas comemorações dos seus vinte anos, se apresentaram em praticamente todo o Brasil e na República Dominicana, coroando o ano com um recital no famoso Carnegie Hall de Nova York. Em 2013, lançaram o seu primeiro CD, “Bem Brasileiro”, totalmente dedicado a compositores brasileiros do século XX e contemporâneos, obtendo grande repercussão na imprensa nacional e internacional. Em 2017, lançaram seu segundo CD, “PaisagensCariocas”, dedicado à música brasileira erudita e popular.

João Guilherme Ripper

Compositor, regente, gestor cultural e professor da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Obteve seu Doutorado em Composição na The CatholicUniversityofAmerica, em Washington D.C., onde estudou com Helmut Braunlich e Emma Garmendia.
Frequentou o Curso de PerfeccionamentenDireccónOrchestal na Argentina, com o Maestro Guillermo Scarabino, e Économie et Financement de laCulture, na Université Paris-Dauphine. Foi Diretor da Escola de Música da UFRJ entre 1999 e 2003. Em 2004 aceitou o convite do Governo do Estado do Rio de Janeiro para dirigir a Sala Cecília Meireles, onde permaneceu por 11 anos e empreendeu uma ampla reforma.
Em 2015, foi nomeado Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cargo que ocupou até o início deste ano. Ripper é membro e Vice-Presidente da Academia Brasileira de Música. Colabora frequentemente com orquestras, conjuntos de câmara, teatros e festivais no Brasil e exterior criando novas obras ou atuando como compositor residente.
Em sua produção mais recente destacam-se a série “FromMyWindow”, encomenda do ArtistProgram da KeanUniversity (US), “Desenredo” e “Cinco poemas de Vinicius de Moraes”, encomendas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, “Jogos Sinfônicos”, encomenda da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, “Natividade – Cantata Cênica”, encomenda do Teatro Amazonas, e “Gloria Concertato”, que encerrou recentemente o I Congresso Internacional de Música Sacra no Rio deJaneiro. Seu catálogo de obras inclui ainda as óperas “Augusto Matraga”,“Domitila”, “Anjo Negro”, “O Diletante”, além de “Onheama”, produzida no Festival Terras Sem Sombra em Portugal no ano passado, e “Piedade”, que integra a Temporada 2017 do Teatro Colón.



Fábio CezanneCezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
www.cezannecomunicacao.com.br

sexta-feira, 7 de julho de 2017


Nicolas de Souza Barros lança o CD “Chora, Violão!” no Rio, dia 15 de julho, sábado, e em Niterói, dia 16, domingo

Terceiro disco do violonista reúne choros, polcas, tangos, valsas e obras de emoção, escritas por Francisco Mignone, Ernesto Nazareth, Henrique Alves de Mesquita e Eduardo Souto, originalmente escritas para piano, agora com arranjos próprios para violão de 8 cordas

Exibindo CAPA_Chora_violao.jpg
Foi em 2016, a partir de um arranjo para a Valsa de Esquina No.1 de Francisco Mignone (1897-1986), uma das obras mais inspiradas da música brasileira e composta originalmente para piano, que o violonista Nicolas de Souza Barros concebeu o CD “Chora, Violão!”. A adaptação da obra de Mignone para o violão o instigou a elaborar um disco seguindo o mesmo propósito, lançando luz ao instrumento a partir de arranjos próprios para obras originalmente escritas para piano. O disco será lançado no sábado, dia 15 de julho, no Centro Cultural Justiça Federal, e no domingo, 16 de julho, no Solar dos Jambeiros, em Niterói.
Entre os repertórios pesquisados, não poderiam faltar outras valsas. Essa forma musical que chegou no país em 1816, e nas suas metamorfoses em terras brasileiras a valsa lenta e “chorada", passaria a ser um integrante essencial da identidade musical do nosso país. A valsa foi também uma das formas principais de Ernesto Nazareth (1863-1934), exímio compositor-pianista que chegou a escrever nada menos que 42 delas, geralmente fazendo referências nos seus títulos às personagens e universos femininos que conhecia. Nestas obras, não é raro ouvirmos reverberações românticas e traços melódicos que evocam as criações do compositor polonês Frederic Chopin (1810-1849), uma das principais influências do brasileiro. As sonoridades da música popular brasileira estão igualmente presentes, bem como elementos da música de salão européia. No CD, foram escolhidas as valsas Eponina e Cardosina.  A partir de uma busca por todas as suas obras não trabalhadas no primeiro CD de Nicolas de Souza Barros (Ernesto Nazareth por Nicolas de Souza Barros: violão de oito cordas), o músico realizou, em 2016, novos arranjos de vinte obras, das quais seis, além das duas valsas escolhidas, integram o CD “Chora, Violão!”: os tangos brasileiros (choros) Guerreiro e Cruzeiro; duas obras de caráter mais latino, o tango-habanera Plangente e o tango argentino Nove de Julho; a meditação Mágoas e finalmente o tango de salão O Alvorecer.
Por sua vez, o jovem Francisco Mignone manteve grande contato com a música popular, tocando piano nos cinemas e bailes e flauta nas serenatas. Tendo grande facilidade para o improviso, compunha obras mais populares sob o pseudônimo de Chico Bororó. O CD fecha com a genial Valsa-Choro No. 3, que é também a única obra do disco escrita originalmente para violão (de 6 cordas). Nesta re-elaboração para o instrumento de 8 cordas, a peça foi transposta do tom original de Ré menor para Si menor. 
A partir também da pesquisa sobre as obras para piano de Henrique Alves de Mesquita (1830-1906), um dos mais importantes compositores da geração anterior a Nazareth, e cujo estilo composicional prenuncia variadas características nazarethianas, o violonista selecionou quatro de suas polcas-cateretês (Quebra-Quebra minha genteA surpresa, A baiana e Mayá), além de Batuque, considerada uma das obras emblemáticas do século XIX, em função da sua criatividade e beleza melódica.
Finalmente, o tango de salão O despertar da montanha, uma das obras mais conhecidas de Eduardo Souto (1882-1842), apresentada ao violonista por José Miranda Pereira, colegas na época de fundação da Associação de Violão do Rio (AV-Rio; instituída em 2001), do qual foi o primeiro presidente.


NÍCOLAS DE SOUZA BARROS 

Doutor em Música (UNIRIO – 2008), Nicolas de Souza Barros é um dos mais conceituados especialistas do país em instrumentos eruditos de cordas dedilhadas, como o violão de oito cordas, alaúdes variados e a guitarra barroca. É Professor Associado de Violão Clássico e matérias conexas da UNIRIO, onde mais de uma dezena de seus orientandos tornaram-se posteriormente professores de instituições federais e estaduais de terceiro grau. Já se apresentou em dez países europeus e americanos, assim como nos principais centros brasileiros.  Em 2017, assume a Coordenação do Mestrado Profissional em Música da UNIRIO (PROEMUS), o único do país voltado à  elaboração de produtos ligados ao ensino das práticas musicais, tais como métodos, sites, apps, CDs e outros.
Em 2014 e 2015, lançou os CDs Ernesto Nazareth por Nicolas de Souza Barros – violão de oito cordas Ravel e Debussy - Imagens, ambos com arranjos próprios para este instrumento.  Participou duas vezes noCircuito Nacional SESC Sonora Brasil, participando da primeira turnê da série em 1997 com o conhecido conjunto de música antiga Quadro Cervantes (2 CDs); em 2009, participou do ano destinado ao Violão Brasileiro, realizando 87 concertos (violão solo) em 23 estados brasileiros.  
Já trabalhou como músico convidado e arranjador em várias minisséries da TV GLOBO. Desde 2001, é o Diretor Artístico da Associação de Violão do Rio (AV-Rio), ajudando a organizar centenas de eventos e três CDs coletivos. É comumente chamado para tocar com orquestras nacionais e lecionar em festivais de música no Brasil e no estrangeiro. 
Já apresentou-se com a Orquestra Petrobrás, a Baltimore Symphony Orquestra (EUA), a Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica Nacional (Niterói), a Academia Antiqua (uma das primeiras orquestras barrocas brasileiras), assim como a Orquestra da UNIRIO em várias ocasiões. Realizou estreias nacionais e mundiais de concertos para violão e orquestra de Francisco Mignone, Ronaldo Miranda (Concerto para Quarteto de Violões e Orquestra), J. Orlando Alves, Mario Castelnuovo-Tedesco e Luiz Otávio Braga, também estreando obras para violão solo de Edino Krieger, Pauxy Gentil-Nunes, Ricardo Tacuchian, H. Dawid Korenchendler, Luiz Otávio Braga, Marcelo Rauta e Marco Pereira, entre outros.


SERVIÇO:

Lançamento do CD “Chora, Violão!”, de Nicolas de Souza Barros

15.07.2017 (sábado) - Centro Cultural Justiça Federal - Série “Violões da AV-Rio”
Horário: 17h
Endereço: Avenida Rio Branco 241. Centro, Rio de Janeiro. Sala das Sessões.
Ingressos: R$ 10,00 (Meia: R$ 5,00)
Obras de Villa-Lobos, Mignone, Nazareth,
Henrique A. de Mesquita, Albeniz e Debussy. Com o Duo de Violões Maria Haro / Vera de Andrade.
Informações:

16.07.2017 (domingo) - Solar dos Jambeiros
Horário: 17h
Endereço:R. Pres. Domiciano, 195 - Ingá, Niterói (RJ).
Informações: (21) 2109-2222
Entrada franca.
As senhas começam a ser distribuídas às 16h30, e o salão é sujeito à lotação (60 lugares).
Obras de Villa-Lobos, Mignone, Nazareth, Henrique A. de Mesquita, Albeniz e Debussy. Duração: 60 minutos.


PROGRAMA: 

Francisco Mignone (1897-1986)  - Valsa de Esquina 1 *
Ernesto Nazareth (1863-1934)  - Eponina

Claude Debussy (1862-1918) - Clair de Lune *

H. A. de Mesquita (1830-1909) - Batuque *
                 - A baiana (polca-cateretê) *

Ernesto Nazareth  - O alvorecer*
Eduardo Souto - O Despertar da Montanha*

Ernesto Nazareth - Guerreiro (tango brasileiro*
- Plangente (tango-habanera)*
  - Fon-Fon (tango brasileiro) *

Isaac Albeniz (1860-1909)  - Asturias (Cantos de España Op. 232) *


Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
 
 
Joyce Cândido faz tributo a Elis Regina na sexta, dia 07, no Beco das Garrafas

Exibindo Joyce candido - cred. Roberto Pontes - MENOR.jpg35 anos de saudades: show em homenagem à grande intérprete da música brasileira vai reunir clássicos como Velha Roupa Colorida , Como Nossos Pais, Águas de Março, Ladeira da Preguiça , dentre outras

No próximo dia 07 de julho, sexta-feira, às 22h, a cantora Joyce Cândido fará um tributo especial a uma das maiores lendas da música brasileira. O show será em memória aos 35 anos da saída de cena de Elis Regina, também em local bastante peculiar: no Beco das Garrafas (Bottles Bar), onde a cantora iniciou sua carreira no Rio de Janeiro, consagrando-se, em seguida. Com roteiro de Renato Forin Jr e acompanhada por Fernando Merlino (piano) Rodrigo Serra (bateria) e Jefferson Lescowich (baixo), Joyce Candido vai apresentar um expressivo apanhado da carreira de Elis, reunindo canções como Pois É (Tom Jobim/Chico Buarque), Nada Será como Antes (Milton Nascimento/Ronaldo Bastos), Construção (Chico Buarque), O Morro Não Tem Vez (Tom Jobim/Vinicius de Moraes) e ainda Águas de Março (Tom Jobim), Ladeira da Preguiça (Gilberto Gil), Velha Roupa Colorida e Como Nossos Pais, ambas de Belchior, dentre outras.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Prelúdio 21

Prelúdio 21 retorna às origens em concerto gratuito no dia 24 de junho, sábado, no CCJF

O grupo carioca de compositores Prelúdio 21 retorna ao palco do Centro Cultural da Justiça Federal neste mês de junho, no sábado, dia 24, às 15h, desta vez com um programa para diversas formações, que remonta às origens do grupo, formado há quase 20 anos. Serão convidados, como intérpretes, o Quarteto de clarineta (Cristiano Alves, Igor Carvalho, Tiago Teixeira, Clarinetas; Thiago Tavares, Clarone) e o pianista Thalyson, apresentando as peças autorais do grupo:"Hastes e Eixos" (Neder Nassaro), “Septimus Warren Smith”  (Caio Senna), “Pangea” (Sergio Roberto de Oliveira), "Sonata para Trombone e Piano" (Marcos Lucas) e “Pantomimas II” (José Orlando Alves) e "Dual", de Alexandre Schubert. A entrada é gratuita.

Prelúdio 21
Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.
A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.
O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

SERVIÇO:
24/06 – sábado – Prelúdio 21 de volta às origens
Horário: 15h
Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre

Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Radamés Gnattali e Claude Bolling

Quarteto Concertante apresenta, no dia 31 de maio, quarta-feira, a Música sem Fronteiras de Radamés Gnattali e Claude Bolling, no Espaço Cultural BNDES, com entrada gratuita
Exibindo Quarteto Concertante (4) - creditos Ana ferreira.JPG
Dedicado à obra do criador da fusão jazz-erudito e formado por Paulo Santoro (violoncelo), Tamara Ujakoya (piano), Alexandre Brasil (contrabaixo) e André Frias (bateria), grupo interpretará também obra raríssima de Gnattalli, escrita em 1966

Na quarta-feira, dia 31 de maio, o Quarteto Concertante vai apresentar o espetáculo “A Música sem Fronteiras de Radamés Gnattali e Claude Bolling”, com entrada gratuita, às 19h, no Espaço Cultural BNDES, no Centro. Formado por Paulo Santoro( violoncelo), Tamara Ujakova (piano), Alexandre Brasil (contrabaixo) e André Frias (bateria), o quarteto fará um recital mostrando como Radamés Gnattali e Claude Bolling transitavam pelas mais diversas linguagens musicais, apresentando a música como um território sem fronteiras. Gnattali combinava os modelos tradicionais da música de concerto com a inventividade da música popular, folclórica e do jazz. Bolling, por sua vez, ficou famoso internacionalmente quando se voltou para a fusão do jazz com o clássico. De Gnattali, serão tocados “Modinha e Baião para violoncelo e piano” e “Trio para piano, contrabaixo e percussão”, obra raríssima, pouco conhecida e executada desde composta em 1966. O concerto se completa com a grandiosa “Suíte para Violoncelo e Jazz Piano Trio” de Bolling.
Formado em 2010 por Paulo Santoro, violoncelista da OSB, do Duo Santoro e do Quarteto Brasiliana; Tamara Ujakova, professora adjunta de piano da Escola de Música da UFRJ; Alexandre Brasil, contrabaixista da OSB e de diversos grupos de música popular e André Frias, percussionista da OSB, o grupo é especialista na obra de Claude Bolling, criador da fusão jazz-erudito e considerado o responsável pela renovação do jazz tradicional na década de 1960. Bolling escreveu música para mais de cem filmes, na maioria franceses, e ficou conhecido por uma série de colaborações com músicos eruditos como Jean-Pierre Rampal, Alexandre Lagoya, Pinchas Zukerman, Maurice André e Yo-Yo Ma.
A “Suíte para Violoncelo e Jazz Piano Trio” foi gravada pela primeira e única vez pelo próprio Claude Bolling ao piano e Yo-Yo Ma, um dos violoncelistas mais importantes da atualidade. Seus movimentos englobam formas contrastantes, como barroco romântico, lírico agitado etc, sempre inserindo elementos do jazz, inclusive a improvisação. No repertório do grupo, além da Suíte de Bolling, constam ainda a música brasileira de concerto, para as diversas combinações existentes, além de arranjos de música popular. O Quarteto Concertante fez sua estreia em um concerto memorável no auditório do BNDES, dentro da série “OSB Câmara”, e vem se apresentando regularmente por todo o Brasil.

QUARTETO CONCERTANTE
Paulo Santoro, violoncelo
Tamara Ujakova, piano
Alexandre Brasil, contrabaixo
André Frias, bateria

SERVIÇO:
31/05 – quarta-feira – Quarteto Concertante no Espaço Cultural BNDES
Horário: 19h
Endereço:  Av. República do Chile, 100 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Entrada Franca
Informações: (21) 2172-7447

Programa:

RADAMÉS GNATTALI - MODINHA E BAIÃO para violoncelo e piano
RADAMÉS GNATTALI - TRIO para piano contrabaixo e percussão
CLAUDE BOLLING - SUITE para violoncelo e jazz piano trio


Fábio CezanneCezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
www.cezannecomunicacao.com.br

segunda-feira, 13 de março de 2017

Philippe Meyohas


Philippe Meyohas explora o minimalismo na música erudita e lança suíte "A Arte do Retorno"

Experimentado dentro das formas tradicionais da música erudita, o compositor carioca Philippe Meyohas lança a suíte “A Arte do Retorno”. Com título em referência à consagrada "Arte da Fuga" de J.S. Bach,  nesse novo trabalho o compositor tece uma densa narrativa a partir da exploração de diversas formas de minimalismo e suas expressividades particulares. Somando a fortes ecos da música litúrgica judaica, do flamenco e à música contemporânea, Meyohas gera uma obra de sonoridade única.

O EP trata as composições em contextos e funções diferentes de forma linear, e exibe uma escrita dentro da linguagem polifônica, por isso a referência à obra clássica. A busca de uma musicalidade singular de Philippe Meyohas caracteriza a curta carreira do jovem músico, iniciada no EP “Alvíssaras” (2015).

“‘A Arte do Retorno’ na verdade tem uma dupla conotação. Uma que diz respeito a características compositivas da obra e outra a metáforas possíveis de se extrair dessas características, com endosso de subjetividade minha”, confessa Philippe. “Mais que a dupla conotação, ‘A Arte do Retorno’ sincretiza um sentido assustador entre período de compôr e a composição em si".

A vontade de explorar cada vez mais novos ingredientes em sua música fez Meyohas descobrir as suítes. Movimentos instrumentais tocados sem interrupções, essa forma de criação percorre uma noção de narrativa e evidencia as mais variadas explorações musicais. Segundo Philippe, esta é a definição de seu trabalho.

“Quanto à polifonia, ao contraponto, eu simplesmente acho incrível e ainda relativamente aberto à inventividade, mesmo já sendo algo surgido e reelaborado há mais de 500 anos e presente em diversas tradições musicais”, diz o compositor.

O EP tem a participação de Murilo Alves (violoncelo), Victor Hugo Rêgo (clarone) e de Philippe (viola caipira) e foi gravado e mixado por Guilherme Marques no Estúdio Frigideira, na cidade do Rio de Janeiro. A masterização foi realizada por Alexandre Rabaço.

Ouça “A Arte do Retorno”:

sábado, 11 de março de 2017

Teatro Gonzaguinha oferece oficinas e palestras gratuitas

Rio ganha importante projeto em prol da arte coral

Com patrocínio da Prefeitura, Observatório Coral Carioca vai realizar, de março a julho, no Teatro Gonzaguinha, oficinas e palestras gratuitas, shows a preços simbólicos, além de lançar espaço virtual, permitindo integração, conteúdo e divulgação de grupos corais de todo o país


A história da arte vocal no Rio de Janeiro, consagrada por iniciativas como a inserção do canto nas escolas através de Villa-Lobos, ganhará um importante capítulo, de março a julho, através do Observatório Coral Carioca. Com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura e coordenação e curadoria dos maestros Sérgio Sansão, Jonas Hammar e Carlos Alberto Figueiredo, o projeto vai oferecer palestras e oficinas, durante manhãs e tardes, com entradas gratuitas, e apresentações, no fim do dia, de dez grupos corais e vocais, a preços simbólicos, no Teatro Gonzaguinha - Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian, no Centro.Além de extensa programação,será lançado, no próximo dia 15 de março, quarta-feira, o site do Observatório Coral Carioca - www.observatoriocoral.art.br - espaço virtual de encontro e intercâmbio entre aqueles que atuam junto a corais e grupos vocais, não apenas na Cidade do Rio de Janeiro, como também para além de suas fronteiras. Permitindo não só o cadastro de uma infinidade de grupos corais, cada qual disponibilizando suas informações artísticas, características, histórico e contatos, o site vai reunir também dez artigos temáticos inéditos, escritos por profissionais de renome, que serão lançados nos dias das oficinas e concertos.
O projeto vem reforçar, ainda, que, democrático e inclusivo em sua essência, o canto coral pode ser vivenciado por pessoas de todas as faixas etárias, diferentes níveis de conhecimento musical, pessoas experientes, ou sem qualquer experiência em música. Há grupos vocais e corais com as mais variadas propostas estéticas e artísticas e os mais variados objetivos: desde a profissionalização, até a prática desta linguagem musical como possibilidade de lazer, diversão, socialização, terapia, ampliação de conhecimentos.
No Teatro Gonzaguinha, o projeto tem início no dia 18 de março, sábado, com palestra e oficina ministradas pelo compositor e arranjador Paulo Malagutti Pauleira, um dos fundadores do Céu da Boca, lendário grupo dos anos 80 e hoje integrante do MPB4. Às 17h, subirá ao palco o grupo Boca Que Usa, de Niterói, formado por 21 integrantes, cujo repertório abrange desde a música antiga até a contemporânea, de caráter religioso, secular, folclórico e popular, com prioridade para obras corais pouco executadas dentro do meio musical brasileiro. Já no dia 25, sábado, a cantora e arranjadora Regina Lucatto, que ajudou a fundar o célebre Garganta Profunda, vai realizar a palestra “O legado de Marcos Leite”, dissertando sobre a obra e carreira do companheiro do grupo. O grupo Canto do Rio subirá ao palco, às 17h, apresentando, com direção e regência de Paulo Malagutti Pauleira, arranjos vocais originais de alguns clássicos do antológico “álbum branco”, de João Gilberto, lançado em 73, apenas com voz, violão e uma leve bateria de Sonny Carr.
Em abril, o projeto prossegue com palestra e oficina, no dia 08, sábado, ministradas por Glaucia Mancebo e Zeca Rodrigues, e show do grupo Dá o Tom. No dia 29, será a vez de Reynaldo Puebla, que fará palestra e oficina sobre Coro Cênico, com a apresentação do Sacra Vox, às 17h. Até julho, renomados regentes e profissionais do canto estarão à frente das oficinas e palestras, como Deco Fiori, Augusto Ordine, Danilo Frederico, Patricia Costa, André Potasio, Lincoln Andrade e Maíra Martins. No palco do Teatro Gonzaguinha, vão se apresentar ainda os grupos Bebossa Kids, São Vicente a Cappella, Associação de Canto Coral e, Equale entre outros.
O Observatório Coral Carioca buscará aproximar um grande número de corais e grupos vocais, que, até então, encontram-se pouco articulados entre si, tanto no âmbito municipal, quanto em uma perspectiva nacional, ou internacional. A idéia é aproximar a comunidade coral, em prol de seu maior desenvolvimento, qualificação e projeção artística. Por representar, historicamente, uma potente ferramenta de musicalização, sociabilização e, educação para a cidadania, além de tantos outros valores relacionados à qualidade de vida da sociedade, o projeto nasce plural, atendendo também à carência de cursos de formação, oficinas, masterclasses, concertos, mostras, festivais; ou seja, tudo que permita uma maior circulação e troca entre os “fazedores” deste nicho tão rico de integração sócio cultural.



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Quarteto Brasiliana

Quarteto Brasiliana apresenta o programa “De Villa-Lobos a Piazzolla”, na quarta, dia 15 de fevereiro, no BNDES


Com uma trajetória de mais de 20 anos de palco, o Quarteto Brasiliana, ao longo do tempo, vem se especializando na interpretação de compositores brasileiros e latino-americanos. Formado por Roberto Faria e Willian Isaac (violinos), Samuel Passos (viola) e Paulo Santoro (violoncelo), o grupo vai apresentar um programa dedicado à música brasileira e argentina, no próximo dia 15 de fevereiro, quarta, às 19h, no Espaço Cultural BNDES, no Centro.
No concerto serão apresentados o último quarteto de Villa-Lobos e o primeiro de Ginastera, além da Congada de Villani-Côrtes, baseada em ritmos afro-brasileiros, e a famosa Milonga del Ángel de Piazzolla.


Programa


H. VILLA-LOBOS                 -        QUARTETO nº 17
                                                                                                                
E. VILLANI-CÔRTES           -        CONGADA

A. PIAZZOLLA                     -        MILONGA DEL ÁNGEL

A. GINASTERA                    -        QUARTETO nº 1                                              


SERVIÇO:
15/02 – quarta-feira – Quarteto Brasiliana no Espaço Cultural BNDES
Horário: 19h
Endereço:  Av. República do Chile, 100 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Entrada Franca
Informações: (21) 2172-7447


Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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