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terça-feira, 24 de maio de 2016

Prume/Learning by Watching



Produzido por Strausz, “Learning By Watching” é o disco de estreia da Prume

Surgida na cena nacional recentemente, a banda Prume lança o seu álbum de estreia: “Learning by Watching”, produzido por Diogo Strausz (Aymoréco, Alice Caymmi e Castello Branco). Com 10 faixas, o disco traz os singles “The Life I Seek” e “Conclusion”, já conhecidos do público e disponibilizados nas plataformas de streaming. Formado pelo trio Igor Bruno, Cadu Bussad e Felipe Wolfenson, o grupo une em suas canções elementos da música eletrônica, do hip hop e do indie pop em uma mistura contemporânea e sofisticada.

Reunir as diferentes influências musicais dos três integrantes rendeu um processo de composição totalmente inovador para a Prume. O vocalista Igor Bruno conta que a criação das canções  foi como desbravar uma terra nova, com muita experimentação, na tentativa e erro. “Enquanto escrevíamos em inglês pela primeira vez, também tivemos de nos desapegar do violão e compor letras e melodias em cima de batidas eletrônicas. A música geralmente começava comigo construindo um beat e criando a canção em cima. Depois vinham Cadu e Lobinho para desenvolver a música e arranjá-la”, explica.

O processo de produção ficou por conta de Diogo Strausz, que direto do Rio de Janeiro começou a produzir as músicas já no primeiro contato com a Prume. Igor Bruno diz que a assinatura de Diogo trouxe um ar “cool” para as canções, aconselhando a banda a inserir influências contemporâneas, seguindo tendências do que estava sendo ouvido atualmente. “A ideia era que mesmo sendo pop, desafiasse o ouvinte, criasse uma estranheza, tivesse uma personalidade forte. Além disso, ele é um cara objetivo e por isso, conseguimos otimizar e tirar proveito do pouco tempo que tivemos juntos”, analisa.

A experiência de Strausz foi essencial para chegar ao produto final. Cadu Bussad conta que Diogo trouxe para o disco soluções para as dificuldades que a Prume enfrentava na finalização de algumas canções: “Ele conseguiu dar uma roupagem às músicas que nos agradou bastante. Foi uma sensação muito boa ouvir as músicas finalizadas, afinal passamos mais de um ano trabalhando nelas. Estamos muito orgulhosos da sonoridade do álbum", conta.

“Learning by Watching” foi gravado no Estúdio Carranca, em Recife. A produção e mixagem foi realizada por Diogo Strausz, enquanto a masterização ficou por conta de Carlos Freitas, do estúdio Classic Master, que contou com a assistente de masterização Nathalia Herrera. O engenheiro de som responsável foi Bruno Lins, do Estúdio Carranca. Participaram do álbum Ryan Wink, Twanny, Luccas Maia, Thiago Rad, Caio Coelho, Thito Borba, Pedro Muniz, Lourdes Maia e Theo Hoover.

Confira as faixas do álbum de estreia da Prume, “Learning by Watching”:

  1. 606 on fire
  2. Other way to pray feat. Wink
  3. The life i seek
  4. Non Planned Holiday
  5. My Next Love
  6. How U?
  7. Nowadays feat. Wink
  8. Conclusion
  9. The Trueman Show
  10. The Awakened Life

Ouça:

Quinteto Lorenzo Fernandez

Prelúdio 21 convida Quinteto Lorenzo Fernandez no sábado, dia 28, no Centro Cultural da Justiça Federal

Com entrada gratuita, grupo de compositores de música contemporânea apresenta, neste mês, obras escritas para o quinteto de sopros


A Série de concertos PRELÚDIO 21 – MÚSICA DO PRESENTE segue sua temporada 2016 no teatro do Centro Cultural Justiça Federal, no Centro, e, no dia 28 de maio, sábado, às 15h, o grupo carioca de compositores vai convidar o Quinteto Lorenzo Fernandez para interpretar suas obras para quinteto de sopro. Formado pelos músicos Kayo Yoshimura (flauta), Juliana Bravim (oboé), César Bonan (clarineta), Alessandro Jeremias (trompa) e Débora Nascimento (fagote), o quinteto vai interpretar “Serra da Mantiqueira”, de Alexandre Schubert; “As cidades ocultas”, de Caio Senna, “Intempérier”, de Neder Nassaro; “Quintus”, de José Orlando Alves e “Palácio dos Ventos”, de Marcos Lucas, além de “Man and Society”, de Sergio Roberto de Oliveira, que integra o CD “Música Carioca de Concerto”, disco de estréia do quinteto, lançado em dezembro.
Prelúdio 21
Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.
A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.
O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

28 de maio, sábado  - Prelúdio 21 convida Quinteto Lorenzo Fernandez
Horário: 15h
Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre

Programa:
Serra da Mantiqueira – Alexandre Schubert

Man and Society – Sergio Roberto de Oliveira

As Cidades Ocultas – Caio Senna

Intempéres - Neder Nassaro

Quintus – J. Orlando Alves

O Palácio dos Ventos - Marcos Lucas



quarta-feira, 18 de maio de 2016

Paulo Bosisio e Katia Balloussier

Paulo Bosisio e Katia Balloussier se apresentam na Série Cordas em Foco, dia 24, terça, no CCJF


Violinista e pianista fazem o segundo concerto da série, que prevê ainda outras três apresentações até o fim do ano

No próximo dia 24 de maio, terça-feira, às 19h, o Centro Cultural da Justiça Federal será palco do encontro entre o consagrado violinista Paulo Bosisio e Katia Balloussier, pianista  de destaque no atual cenário erudito da cidade.  A apresentação, precedida, às 18h, por uma mesa redonda com o tema A Música de Câmara no Atual Cenário Brasileiro, faz parte da Série Cordas em Foco, com direção artística do violinista Ayran Nicodemo, que prevê, até o fim do ano, outras três apresentações: em outubro, Quarteto Bosisio; em novembro, o violoncelista Marcelo Salles e, em dezembro, o encontro da viola de Dhyan Toffolo com o piano de Erika Ribeiro. Bosisio e Balloussier apresentarão  obras de Beethoven (“Sonata Primavera”), Mozart (“Sonata 18 – G Maior”), Francisco Manuel da Silva (“Capricho”), Brahms / Joachim (“Dança Húngara nº2”) e Kreisler (“Liebelied” e “Liebesfreud”). Toda a série está tendo o apoio da Associação Movimento Música de Câmara – AMMC.
Paulo Bosisio
Nascido em 1950, no Rio de Janeiro, Paulo Bosisio estudou Violino com Yolanda Peixoto e Análise Musical com Esther Scliar e, posteriormente, na Europa, com Max Rostal. Formou-se com grau máximo e distinção. Apresentou-se como solista de orquestra, recitalista e camerista por diversos países europeus. No Brasil, solou com todas as orquestras importantes do cenário musical. É professor do bacharelado de Violino na UNI-RIO e convidado para os mais importantes cursos e festivais no Brasil.
Como primeiro violino do Quarteto da UFF, excursionou pela Inglaterra e Escócia, com programa exclusivamente brasileiro, fazendo gravação para a BBC. Também realizou a primeira gravação mundial do Quarteto nº 4, de Villa-Lobos. Como solista e camerista realizou inúmeras primeiras audições de música brasileira. Participou das Bienais de Música Contemporânea, executando em primeira audição mundial peças de José Penalva, Sonata para violino solo, de David Korenchendler, além de várias outra obras. Foi diretor artístico e spalla da Orquestra de Câmara Brasil Consorte, que estreou diversas obras em primeira audição. Gravou para a Orquestra de Câmara de Curitiba, atuando como maestro, com programa inteiramente brasileiro que reunia obras de Santoro, Emani Aguiar, H. Morozowicz e Guerra-Peixe. Em 2005, apresentou-se na Bélgica e na Itália em importantes Festivais e em dezembro de 2006, realizou recital no Museu Debussy, em Paris (França)
Katia Balloussier
Kátia Balloussier iniciou seus estudos musicais com Ivone Badmann, passando posteriormente a trabalhar sob a orientação de Myrian Dauelsberg e Telmo Côrtes. Graduou-se pela Escola de Música da UFRJ, cursando também o Mestrado em Piano na mesma instituição. É detentora de sete primeiros prêmios, em Concursos Nacionais de Piano, destacando-se o 1º lugar no concurso Arnaldo Estrella, em 1982, em Juiz de Fora. Há vários anos desenvolve intenso trabalho como camerista ao lado de renomados artistas nacionais e estrangeiros. Em 1996 e 1997, atuou como pianista acompanhadora na série Master Classes Internacionais, na CAPES-UniRio, ministrada por artistas como Aurèle Nicolet, Boris Belkin, Ingo Goritzki e Herman Baumann, entre outros.
Com o tenor José Hue, vem realizando uma programação desde o início de 1999, incluindo-se apresentações no Teatro do Planetário, Museu Imperial de Petrópolis e Conservatório Brasileiro de Música. Atualmente, desde 1997, ocupa o cargo de pianista da UNI-RIO, sendo responsável pelo acompanhamento das classes de canto, cordas e sopros. Ultimamente, foi solicitada para participar de concertos com as orquestras Sinfônica Brasileira, Sinfônica do Theatro Municipal do RJ e Petrobras-Pró Música, tocando piano e celesta.
Programa:
-Mozart - Sonata 18 - G maior - KV 301
-Beethoven - Sonata Primavera
-Francisco Manuel da Silva - Capricho
-Brahms/Joachim - Dança Húngara nº 2
-Kreisler - Liebelied
               - Liebesfreud
SERVIÇO:
24/05 – terça-feira – Série Cordas em Foco, com Paulo Bosisio e Kátia Ballousier
Horário:
18h -Mesa redonda com o tema A Música de Câmara no Atual Cenário Brasileiro
19h -  Concerto
Endereço: Av. Rio Branco, 241 - Centro
Informações: 3261-2565
Ingresso na bilheteria do CCJF: Terça a domingo, das 12h às 19h.
Ingressos: R$20 inteira/R$10 meia
Classificação Livre
Capacidade: 142 lugares


Próximos concertos:

02/08 - Quarteto Bosisio
04/10 - Marcelo Salles – Violoncelo Solo
06/12 - Dhyan Toffolo convida Erika Ribeiro - Viola e Piano

Produção e Dir. Artística: Ayran Nicodemo

Fábio CezanneCezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e A
www.cezannecomunicacao.com.br

quarta-feira, 4 de maio de 2016

HANNA

HANNA apresenta músicas do novo álbum dia 06 de maio, sexta-feira, no Hotel Vila Galé, na Lapa

Dos palcos do mundo ao circuito musical carioca, cantora apresenta músicas do recente “O Amor é Bossa-Nova – Homenagem a João Gilberto” e do próximo álbum, homenageando novamente o ídolo, a ser lançado no fim do ano

No próximo dia 06 de maio, sexta-feira, às 19:30h, a cantora HANNA subirá ao palco do Hotel Vila Galé, na Lapa, dando seguimento à temporada de shows de lançamento do seu recente álbum “O amor é Bossa Nova – Homenagem a João Gilberto” (Paris Records), dedicado ao seu maior ídolo, acompanhada por Dodô Moraes (arranjos, teclados e acordeon), Marcio Souza (violão), Claudio Souza (contra-baixo), Gabriel Ferretti (bateria). Neste show, a cantora  vai apresentar belíssimas versões de Insensatez, de Vinícius de Moraes e Tom Jobim, e Você esteve com meu bem, uma música que João Gilberto compôs para Marisa Gata Mansa, que farão parte do seu próximo “O Amor é Bossa-Nova 2”, a ser lançado no fim deste ano, homenageando novamente seu grande ídolo.
O álbum “O amor é Bossa Bova – Homenagem a João Gilberto” traz uma seleção dos standards do gênero imortalizados por João Gilberto, com a doce interpretação e requinte da cantora que começou na música se apresentando em clubes de jazz em Paris, por onde passaram ícones como Billie Holiday e Nina Simone, por exemplo. No disco, estão os clássicos “Desafinado”, “Garota de Ipanema”, “Ela é carioca”, “Chega de saudade”, “Meditação”, “Este seu olhar”, “O amor em paz”, “Saudade fez um samba”, “O Pato”, “Menino do Rio”, “Wave”, “Bahia com H”, além de “Inútil paisagem”, “Dindi”, “Por causa de você” e “Nem eu”. Ou seja, composições de Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Ronaldo Bôscoli, Carlos Lyra e Dorival Caymmi, dentre outras, eternizadas por João Gilberto.
Com uma carreira internacional digna de elogios e reconhecimentos notáveis – em Marrakesh foi saudada com entusiasmo pelo Rei de Marrocos – e após apresentações ao longo dos últimos 20 anos em clubes de jazz da Itália, Suíça, Grécia, França, além de importantes casas de show do Rio (Teatro Rival, Planetário da Gávea, Forte de Copacabana, dentre outros),  a cantora HANNA prepara uma turnê de lançamento, que prevê ainda apresentações em Nova Iorque, Paris e Japão.

Biografia

A cantora, compositora e atriz nasceu em Maceió, Alagoas, e começou muito menina na Radio Difusora de Alagoas, onde foi eleita a "Rainha do Rádio". Mais tarde, no Rio de Janeiro, iniciou também carreira de modelo e atriz, realizando campanhas publicitárias e filmes.
Em 1981, gravou para a trilha sonora do filme “Xavana a ilha do amor”, de Zigmunt Sulistrowski, no qual também atuou como atriz no papel de uma cantora. Anos depois, em 1984, gravou, pela Som Livre, uma música para a personagem de Christiane Torloni na novela Partido Alto, de Aguinaldo Silva e Glória Perez. Além do LP da novela, a música “Sentimentos” deu nome a outro disco, pela mesma gravadora, com produção de Alexandre Agra, arranjos de Ricardo Cristaldi e direção geral de Guto Graça Mello.
Em 1999, gravou o CD independente “Eu te amo”, lançado em cadeia nacional no programa “Jô Soares onze e meia”, no SBT. Em 2001, lançou o CD "Nós em Nós", pela Ipanema Records, no qual canta compositores consagrados como Caetano Veloso, Rita Lee, Gonzaguinha, Cazuza e outras de própria autoria.


SERVIÇO
06/05 – sexta-feira –HANNA apresenta músicas do CD “O Amor é Bossa-Nova – Tributo a João Gilberto” no Hotel Vila Galé
Horário: 19:30h
Endereço: Rua Riachuelo, 124 Lapa.
Couvert Artístico: 30 reais (meia-entrada 15 reais)
Capacidade:  80 lugares
Faixa-Etária: 16 anos
Informações: (21) 2460-4500

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Trio Mignone faz homenagem a Francisco Mignone


Trio Mignone faz homenagem a Francisco Mignone, com entrada gratuita, na quarta, dia 04, no BNDES


O Trio Mignone fará com concerto de homenagem aos 30 anos de morte do consagrado compositor que dá nome ao grupo, Francisco Mignone, no próximo dia 04 de maio, quarta, às 19h, dentro da Série Quartas Clássicas, do Espaço Cultural do BNDES, no Centro. Formado pelo flautista Afonso Oliveira, pelo violoncelista Ricardo Santoro e pela pianista Miriam Grosman, o trio apresentará os seus dois trios “Canção Sertaneja” e a “Modinha para violoncelo e piano”, terminando o concerto com outra justa homenagem a um dos mais destacados compositores brasileiros vivos, Edmundo Villani-Côrtes.
Formado por músicos com larga experiência camerística, o trio fez a primeira gravação mundial dos trios para flauta, violoncelo e piano do maestro Francisco Mignone, cujo CD lançado em 2006 na Sala Cecília Meireles obteve avaliação máxima de cinco diapasons da prestigiosa revista francesa “Diapason”.
O Trio Mignone foi criado em 2002 com o objetivo de promover o registro inédito em CD de duas belíssimas obras do Maestro Mignone: os Trios para flauta, violoncelo e piano. Devido à grande afinidade entre os músicos, todos profissionais da Escola de Música da UFRJ, o Trio Mignone vem mantendo ao longo desses anos, uma trajetória constante de apresentações nas principais salas de concertos do Brasil. Com grande receptividade do público e da crítica especializada, o Trio tem como um dos principais objetivos a divulgação da música brasileira de concerto, em especial a de Mignone.

SERVIÇO:
Trio Mignone na Série Quartas Clássicas do BNDES
4 de maio de 2016, às 19h
Espaço Cultural BNDES
Av. República do Chile, 100
Informações: (21) 2220-0316
Capacidade: 386 lugares
Entrada franca

Programa:
F. MIGNONE - CANÇÃO SERTANEJA
F. MIGNONE - TRIO nº 1
                         Andante-Allegro molto- Allegro moderato
                         Modinha
                         Festança sem Boi
F. MIGNONE - MODINHA (violoncelo e piano)
F. MIGNONE - TRIO nº 2
                           Lento ma non troppo
                           Outra Modinha
                           Roda, Intermédio e Fugato
E. VILLANI-CÔRTES - CINCO MINIATURAS BRASILEIRAS
                                        Prelúdio
                                        Toada
                                        Chorinho
                                        Cantiga de Ninar
                                         Baião

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Victor Biglione

Victor Biglione lança CD “Mercosul”, seu 30º disco de carreira, no Bottle’s Bar na terça, dia 26, e retoma veia autoral vinte anos após seu último disco de inéditas

No ano em que se comemoram três décadas da estreia de seu primeiro disco solo, consagrado guitarrista aposta na fusão cultural e rítmica do continente sulamericano, reunindo em dezesseis faixas múltiplas referências sonoras, com linguagem cinematográfica, do jazz, tango e música andina aos ritmos brasileiros, fusion, classic rock e progressivo

Após três décadas da estreia de seu disco solo homônimo, o guitarrista argentino Victor Biglione, radicalizado no Brasil há mais de quatro décadas, retoma sua veia autoral após 20 anos sem lançar discos de inéditas. A demora fez-se por esperar, pois o resultado surpreende pela gama de sonoridades e complexidades rítmica e melódica que compõem as 16 faixas de “Mercosul” (Independente / distribuição Tratore – preço médio 25 reais), seu 30º disco de carreira, uma ode à riqueza musical do nosso continente, abraçando uma infinidade de expressões culturais, com referências geográficas, folclóricas e antropológicas, numa incrível viagem com linguagem cinematográfica que só o tarimbado músico e sua bagagem em premiadas trilhas sonoras e na música brasileira e internacional podem se propor a realizar. O lançamento no Rio será na terça, dia 26 de abril, no Bottle’s Bar, no Beco das Garrafas, Copacabana, onde o guitarrista vai se apresentar com seu trio formado por Luiz Alves (contrabaixo) e Roberto Alemão (bateria e percussões), que participaram das gravações do novo disco, ao lado de Claudio Infante (percussões), dos argentinos Horácio Lopez (percussão) e DJ Franov, do pianista Zé Lourenço, André Tandeta (bateria), dos percussionistas Arthur Dutra e Murilo o ‘Riley,  e programação do DJ Marco Antonio. A noite no Bottle’s Bar terá ainda as participações da bailarina Vera Alejandra (grupo Cuadra Flamenca) e projeções dos fotógrafos Zeka Araújo e Nando Chagas.
O sincretismo sonoro de “Mercosul” já começa na música que abre o CD, “Chico Science – Mangue Beat”, dedicada ao saudoso músico pernambucano, apresentado pessoalmente a Biglione no início dos anos 90 pelo produtor e amigo Geraldo Magalhães. Através de uma surpreendente fusão de sonoridades e ritmos, a faixa anuncia de imediato a amplitude rítmica e harmônica do guitarrista, misturando viola de 12 cordas, guitarra, percussão, base eletrônica e, até, um “desafio” entre bateria e viola.  A valsa “Mercosur para siempre”, tipicamente andina e mineira, traz a interpretação emocionante de Zé Renato, num clima virtuosístico, porém acústico e nostálgico.
Em “Monte Aconcagua”, Victor procura transmitir o clima solitário, instigante e desafiador do lugar mais alto da América do Sul empunhando, novamente, seu violão de 12 cordas e sua guitarra, com percussões exóticas e baixo “fretless”, evidenciando seu diálogo com a modernidade. Uma das faixas mais completas sonora e instrumentalmente – gravada em Buenos Aires e finalizada no Brasil – “Punta Del este lounge” se destaca pelo leque infindável de percussões, aliado a sintetizadores, guitarras, vozes, hammonds e vibrafones, que vão dos timbres mais rústicos aos mais modernos e de última geração.
O guitarrista argentino faz sua homenagem ao bairro turístico em que nasceu na música “San Telmo Tango y Bolero”, acrescentando ao tango um lado “boêmio”, criando uma melodia romântica através de violões de 6 e 12 cordas e contrabaixo tocado com arco. A brasilidade e o cosmopolitismo do guitarrista transbordam em “Juruna goes to New York”, aproveitando o clima de selva criado por Claudio Infante e que deságua no mais puro jazz novaiorquino, com a bateria e o baixo abrindo espaço para Biglione ressuscitar timbres do órgão Hammond k9 através de sua guitarra, utilizando softwares e tecnologias.
O sul do Brasil é representado por “Pinheiros do Paraná”, cuja simplicidade melódica traz o guitarrista empunhando a viola caipira para explicitar a diversidade musical brasileira. Já em “ABC Paulista – Parque Industrial”, a guitarra volta com intensidade, numa atmosfera mais urbana, remetendo às grandes fábricas dessa região do estado mais rico do Brasil. Em “Oração na Mangueira para Iemanjá”, o canto do saudoso Antonio Guintela, num forte clima de culto, soma-se à percussão de samba e guitarras no estilo Motown e, até, progressivas, não escondendo a temática sincrética que norteia todo o disco.
Com o violão de nylon e inspirado na beleza do Caribe venezuelano, “Isla Margarita” traz uma melodia plácida e romântica para em “Via Lagos”, em três movimentos ( I-Saquarema, II - Cabo Frio, III – Búzios), outra citação geográfica, resvalar num acid jazz com sotaque brasileiro. Em “Desierto Del Atacama”, o tambor andino de Roberto Alemão junta-se ao violão com slide, num ambiente contemplativo em sintonia com o gigante deserto chileno. A trip sonora continua em “Guarani de Amambay”, uma referência aos sofrimentos dos índios Guarani e Gran Chaco (Paraguai), numa balada pesada com lamentos e chicotes guitarrísticos.
Já o Nordeste brasileiro surge em “Movimento do Calango”, uma homenagem ao réptil usado como alimento em momentos áridos do povo nordestino, na qual Biglione, através de conversor, executa um oboé para descrever o rastejo do animal. Através de guitarras psicodélicas e microfonias, junto com percussões e viradas de bateria, “Ayahuasca” sintetiza bem a agonia e alucinação desta substância encontrada na Amazônia, num ambiente sonoro bem característico dos anos 60. O guitarrista fecha o disco com “Adiós Pampanero”, uma despedida nostálgica através do violão de 12 cordas, acordeon e reverbers

SERVIÇO:

26 de abril – terça – Victor Biglione lança o CD “Mercosul”, seu primeiro trabalho autoral depois de duas décadas.
Bottle’s Bar
Horário: 20h
Endereço:  r Ruvivier 37 - Beco das Garrafas (lojas J e K)
Ingresso:40 reais 
Informações: 21-2543-2962

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Era uma vez bebês



Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura apresentam

Projeto de contação de histórias para bebês realiza apresentações gratuitas no Centro Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá no Domingo, dia 24 de Abril

Centro cultural recebe o projeto “Era uma vez bebês”, criado por duas educadoras apaixonadas por crianças.

Era uma vez duas educadoras apaixonadas por crianças, histórias e músicas, que resolveram apresentar o mundo literário aos menores e mais exigentes ouvintes: os bebês. Muitos adultos duvidaram que isso seria possível, afinal de contas, onde já se viu uma gente tão pequena conseguir ouvir histórias nem sempre tão pequenas assim? Acontece que elas acreditavamque os bebês são seres culturais, capazes de fruir e se relacionar com diferentes linguagens artísticas, inclusive a Literatura. Assim surgiu o Era uma vez bebês, com as narrativas e cantorias de Andre Luiz Sodre e Roberta Consort, que assina a pesquisa e direção artística. O projeto oferece sessões de contação de histórias para bebês a partir de três meses até três anos de idade, em diversos espaços da Prefeitura do Rio, como creches, centros e lonas culturais, teatros e bibliotecas. Após apresentações no Centro Cultural Municipal Parque das Ruinas no mês de Março o projeto segue para o Centro Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá, onde realizará 04 sessões com entrada franca, no dia 24 de Abril, domingo. Cada sessão terá duração de 45 minutos e capacidades para 12 bebês, acompanhados por pelo menos um adulto.
A cada sessão serão apresentados dois livros, contados por meio de narrativas, apoiadas pela presença de instrumentos musicais, artefatos sonoros, materiais de uso cotidiano, papéis, entre outros objetos, que possibilitam aos bebês experimentar concretamente as histórias, já que nessa fase eles precisam utilizar todos os sentidos para se relacionar e interagir com o mundo.
Serão ministradas também oficinas para capacitação de educadores da Rede Municipal de ensino como mediadores de leitura para bebês. Estes adultos poderão multiplicar a experiência vivida, criando novos espaços e possibilidades de fruição literária para os pequenos.
O projeto Era uma vez bebês acontece graças ao Viva a Cultura Programa de Fomento à Cultura da Prefeitura do Rio Viva a Arte!
Programa apresentado nesse dia: 
Dorme, menino, dorme, de Laura Herrera
O Tucunaré, de Luiz Gouvêa de Paula

Equipe de criação
Direção artística e pesquisa: Roberta Consort
Narrativas e cantorias:Andre Luiz Sodré e Roberta Consort
Cenário e objetos cênicos: Marcela Terry e Roberta Consort
Figurinos:  Flavio Mothe Barreto
Registro fotográfico e  em vídeo: Marina Andrade
Assessoria de imprensa: Cezanne Comunicação
Divulgação em redes sociais: Ricardo Amorim
Programação visual:Estudio Cru
Direção de produção: Gregório Tavares
Produção executiva: Mariana Borgerth
Realização: Faz.Fazendo Produções Artísticas
SERVIÇO

Domingo, dia 24 de Abril de 2016
às 10h e 15h (para bebês de 03 meses a 01 ano)
às 11h e 16h (para bebês de 01 a 03 anos)
DURAÇÃO: 45 minutos
CAPACIDADE: 12 bebês e  até 36 adultos por sessão
LOCAL: Centro Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá
ENDEREÇO: Rua Barão, 1180, Praça Seca, Jacarepaguá
TELEFONE: 38334769
Possui estacionamento próprio e gratuito
INGRESSO: Entrada franca com distribuição de senhas 30 minutos antes de cada sessão 
CLASSIFICAÇÃO: Livre 

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